Maracajá fatura mais de R$ 200 mil em leilão de materiais recicláveis

Foram leiloados equipamentos, máquinas e materiais inservíveis e mais de 140 toneladas de materiais recicláveis, retirados nos últimos meses da coleta seletiva de lixo do município

Foto: Divulgação/ Carla Costa
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Material reciclável se transforma em recursos para a Administração Municipal de Maracajá, isso porque a prefeitura, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Turismo, promoveu nesta terça-feira, dia 22, no Centro de Eventos anexo ao Parque Ecológico, o primeiro leilão público presencial e online do ano.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Turismo de Maracajá, Geraldo Leandro, o leilão bateu recorde no número de participações e de arrecadação. “Tivemos a participação de 30 pessoas presencialmente e mais 50 de forma on-line, e ao todo foram 18 arrematantes, ou seja, que adquiriram os produtos do leilão”, detalha.

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Após a finalização do leilão, os arrematadores têm 24h para fazer o pagamento. “Após o pagamento eles têm até 10 dias úteis para fazer a retirada do material, que está no Centro de Triagem e no pátio da prefeitura”, explicou o secretário Geraldo.

Foram leiloados equipamentos, máquinas e materiais inservíveis e mais de 140 toneladas de materiais recicláveis, retirados nos últimos meses da coleta seletiva de lixo do município, pela equipe do Centro de Triagem de Resíduos Sólidos Acendino José Capela.

Mais de R$ 200 mil

Foram arrematados todos os 28 lotes lançados no leilão, totalizando R$ 235 mil em arrecadação para a Administração. “Estamos muito satisfeitos, pois a arrecadação foi bem superior ao que esperávamos. Este valor será revertido em melhorias no Centro de Triagem, que já está pequeno para a quantidade de resíduos que recebe diariamente. Por isso, queremos construir um novo galpão, que vai abrigar o material que é separado e posteriormente vendido no leilão”, comentou o prefeito Anibal Brambila.

Lixo que vale ouro 

O secretário Geraldo Leandro acredita que o resultado positivo do leilão se deu pela variedade de materiais, falta de matéria-prima, devido à pandemia e por alguns materiais gerarem bons lucros aos compradores. “Um exemplo é o polietileno de alta densidade (PEAD), que é utilizado na fabricação de frascos rígidos para produtos de limpeza doméstica, cremes, xampus, remédios, suplementos, entre outros, que foi arrematado por R$ 40.600. E o lote de papelão prensado que também foi comprado por um valor bem significativo, cerca de R$ 41 mil”, concluiu.

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