Criciúma: Vacinação para pessoas acima de 40 anos

O cadastro no Minha Vacina é o primeiro passo para o morador ser imunizado

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Tiago Monte

Criciúma

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A partir de hoje, pessoas acima de 40 anos, residentes em Criciúma, estarão aptas a serem imunizadas contra a Covid-19. A aplicação ocorrerá em todas as salas de vacinação da cidade e no salão paroquial da Igreja de Santa Bárbara, para aqueles que pertencem à UBS Centro. As unidades de saúde funcionarão com horário estendido, das 8h às 21h.

O cadastro no Minha Vacina é o primeiro passo para o morador ser imunizado. É preciso levar documento de identificação, cartão SUS e comprovante de residência no dia da vacinação. Para os grupos prioritários é necessário anexar no site todos os documentos comprobatórios do exercício da profissão e a sua condição de saúde.

Quem está apto para a segunda dose

De acordo com a Gerência de Vigilância em Saúde, pessoas que receberam a vacina da AstraZeneca até dia 26 de abril devem ir até os postos de vacinação para receber a segunda dose do imunizante.

A Secretaria Municipal de Saúde lançou uma hashtag no Instagram (instagram.com/saudecriciuma/) #EuNãoEscolhoVacina. A iniciativa visa conscientizar à população que todos os imunizantes são eficazes e que não se deve escolher entre um e outro.

Redução do intervalo para aplicação da AstraZeneca

Após acordo entre o governo de Santa Catarina e as prefeituras, está autorizada a redução do intervalo de aplicação da vacina AstraZeneca contra a Covid-19. Até então, as autoridades de saúde consideravam o intervalo de 12 semanas entre a D1 e a D2. Agora, os municípios poderão reduzir este tempo para 10 semanas.

A medida vale apenas para as vacinas do laboratório AstraZeneca. Isso porque o Estado dispõe de mais lotes deste imunizante e já tem reservado as cargas para a D2 de muitos grupos prioritários. Cada município será responsável por adotar, ou não, a recomendação e comunicar a população.

A alteração não vale para quem recebeu Pfizer, que também tem previsto intervalo de 12 semanas. O motivo é que o cronograma de entrega destas doses não está tão garantido como da AstraZeneca, dizem os técnicos da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

O intervalo de 12 semanas é o “limite” de aplicação da AstraZeneca e a redução do intervalo não interfere na eficácia do imunizante. O Estado adotava o tempo máximo até então para ter segurança da chegada das doses. Com a aceleração dos envios, o encurtamento do intervalo é possível. “A partir deste momento, fica estabelecido que a segunda dose (D2) da vacina do laboratório AstraZeneca/Fiocruz poderá ser agendada para um período a partir de 10 semanas (70 dias) da primeira dose, com limite máximo de 12 semanas (84 dias), sem prejuízo para a vacinação”, diz a nota técnica enviada às prefeituras.

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