13 junho, 2021

Londres: O que fazer em sua primeira viagem à capital da Inglaterra

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Londres é uma das cidades mais globais do mundo. Quatro em cada dez pessoas que hoje moram na capital inglesa, nasceram em outros países e foram para Londres em busca de oportunidades. Com um total de 12 milhões de habitantes, 13% da população é imigrante. Além disso, a cidade recebe mais de 20 milhões de estrangeiros por ano.

Informações e curiosidades sobre Londres

Quando fundada pelos romanos, em 43 d.c, Londres se chamava Londínio.

Londres é a capital da Inglaterra, e o país está localizado na ilha da Grã Bretanha, composta também por País de Gales e Escócia. Londres também a capital do Reino Unido, composto pelos três países anteriores + Irlanda do Norte.

Após três anos e meio e muitas idas e vindas, o Brexit – saída do Reino Unido da União Europeia – foi oficializado em 31 de janeiro de 2020. Por enquanto nada mudou aos turistas que visitam Londres nas férias, sendo exigido passaporte e seguro viagem obrigatório, mas sem necessidade de visto.

Confirmando se tratar de uma cidade global, o centro de Londres abriga a sede de mais da metade das 100 melhores companhias do Reino Unido e mais de 100 das 500 maiores companhias da Europa.

Londres é dividida em City Of London, que se refere à sua região central, sendo compreendida como um dos maiores centros financeiros do mundo; e “a grande Londres“, que é o espaço ao redor da City Of London.

o Aeroporto de Londres – Heathrow – é o aeroporto mais movimentado do mundo em número de passageiros internacionais, e o espaço aéreo da cidade é o mais movimentado do qualquer outro centro urbano.

Londres é um destino caro?

Para quem ganha em real, Londres se torna sim um destino caro. Ter isso em mente é importante para que você possa ditar as regras da sua viagem e organizá-la conforme seu orçamento.

Repare que minha pergunta foi se “Londres é um destino caro” e não se “é possível viajar para Londres gastando pouco”. São perguntas completamente diferentes, que conduzem a respostas diferentes.

Quando eu digo que um destino é caro ou barato, eu estou considerando o mesmo padrão de viagem em lugares distintos.

Imagine o mesmo padrão de viagem (conforto ou luxo) em Lisboa e em Londres. Com certeza em Lisboa você gastará menos.

Portanto, se você deseja manter o mesmo padrão de viagem que usualmente faz, é preciso ter em mente que Londres vai demandar orçamento maior.

Visitei a cidade quando a libra estava cotada em mais de R$ 6,00 (6,11 em média), então tudo se tornava caro. Um almoço num restaurante bom, a exemplo do The Ivy, não saia por menos de R$ 350,00 o casal, considerando apenas o prato principal e uma bebida não alcoólica.

Outra situação bem diferente é a segunda pergunta: “é possível visitar Londres gastando pouco?

Perfeitamente! Se você não se importa em reduzir o padrão da viagem, pode ter certeza que irá conhecer a cidade e gastar pouco. Tudo depende das suas escolhas e do seu orçamento, claro!

Meu objetivo ao fazer esse alerta não é desestimular ninguém a viajar para Londres, mas sim alertar para necessidade de um planejamento financeiro. Minha ideia aqui é te preparar para que, independente do padrão da sua viagem, você a aproveite da melhor forma possível.

Quando ir a Londres

Apesar de seu clima instável, Londres pode ser visitada em qualquer período do ano, a depender dos seus interesses.

Tal como acontece nos outros países da Europa, em Londres as estações climáticas são bem definidas. Portanto, um dos fatores a ser lavado em consideração na hora de escolher quando visitar a cidade, é a estação do ano de sua preferência.

Além da estação do ano, é importante analisar o calendário pluviométrico de Londres, pois a chuva quase sempre existe, sendo mais ou menos frequente em determinados meses do ano.

Durante o outono e o inverno a cidade estará mais vazia (menos turistas) e os preços mais atrativos, visto se tratar de período de baixa temporada.

Para quem busca essa combinação, o ideal são os meses de outubro até meados de dezembro (natal e ano novo é período de alta temporada) e janeiro até março.

De abril até início de junho ainda é possível conseguir preços atrativos (passagens e hospedagens). O fluxo de turistas estará maior, mas ainda bem menor do que no verão. Outra vantagem é aproveitar as belezas da primavera, com flores florescendo pela cidade e parques verdinhos.

verão começa oficialmente em meados do mês de junho e vai até setembro. A partir de então a temperatura sobe, os dias se tornam mais longos (escurece por volta das 21 horas) e a cidade fica mais movimentada. O verão coincide com a alta temporada, então se prepare para preços mais elevados.

Em relação à chuva, temos que os meses mais secos são março, abril e junho. Entretanto, a chuva é sempre existente, não sendo adequado planejar sua viagem levando em considerando apenas a probabilidade de chover, pois provavelmente haverá frustração.

Estive em Londres em março, considerado um mês seco, todavia, também “tive os meus momentos de chuva”. Não pense na chuva londrina como os temporais que temos no Brasil, mas sim como nossas chuvas passageiras ou garoas.

Se você estiver com um roteiro maleável, fica fácil adaptar. Basta fugir para um museu ou ir tomar um café quando a chuva cair e, quando ela passar, voltar à programação inicialmente planejada.

Londres e neve:

Clima instável, chuvas frequentes e a famosa neblina (“fog“) são características marcantes em Londres. Porém, o mesmo não podemos dizer sobre a neve.

As temperaturas mais baixas são encontradas nos meses de dezembro a março, quando podem chegar perto de zero. Apesar disso, a neve não é certa em Londres, como em outros países da Europa.

Estive em Londres em março/2020 e nevou uma semana antes da minha chegada. Entretanto, essa neve não foi o bastante para “pintar todo o cenário de branco”.

Londres em um lindo dia ensolarado

Como chegar em Londres

Considerando se tratar de uma cidade cosmopolita e global, chegar em Londres é muito fácil, pois existem muitas opções de voos diretos partindo do Brasil.

LATAM e a British Airways possuem voos diretos partindo de São Paulo e do Rio de Janeiro. A companhia low-cost Norwegian Air também possui voos direto quatro vezes por semana partindo do Rio.

Outras companhias possuem opções com conexão, o que acaba sendo vantajoso para quem gosta de fazer stopover e aproveitar a viagem para conhecer mais de um destino.

Se Londres fizer parte de uma “eurotrip“, é possível conhecer a capital inglesa a partir de um trem (Eurostar) que parte de Paris ou Bruxelas.

Caso você opte por uma das opções de voo (a partir do Brasil), provavelmente você chegará no aeroporto Heathrow (LHR), que é maior da cidade, ou no Gatwick (LGW), que é o segundo maior.

Se a sua partida for de outro país da Europa, pode ser que seu voo chegue em um dos outros três aeroportos de Londres: Stansted (STN), Luton (LTN) ou City (LCA).

Voamos com a Latam num voo direto (São Paulo – Londres) e pousamos no Heathrow (LHR).

Considerando a distância dos aeroportos até o centro da cidade, para quem busca um deslocamento com conforto e praticidade, recomento o transfer oferecido pelo Visitando Londres (Instagram: @visitandolondres).

Com o transfer previamente contratado, você pode ter certeza que já terá alguém te aguardando quando você chegar, será levado(a) em segurança até o hotel, com a comodidade de ser recebido por uma equipe brasileira, que fala sua língua e, por morar em Londres há anos, poderá te auxiliar com suas dúvidas.

@visitandolondres tornou nossa viagem muito mais prática:

Desembarcamos no aeroporto Heathrow e a Suelen já estava nos aguardando para nos levar até o hotel.

Considerando que teríamos um voo para Islândia no outro dia bem cedinho, optamos por pegar um hotel (Ibis London Luton) próximo ao aeroporto Luton, de onde partiria o voo.

Além de nos levar até o hotel, a Suelen ficou com uma das nossas malas, com coisas que usaríamos apenas no retorno da Islândia. Isso foi ótimo, pois nos poupou de viajar com uma mala extra que não teria nenhuma necessidade.

No retorno da Islândia o transfer foi feito pelo Aceoly, que nos levou até o hotel e nos entregou a mala que havíamos deixado.

Portanto, além da facilidade de desembarcar e já ter alguém nos aguardando, ainda tivemos essa grande facilidade com a mala extra. Nossa experiência com o serviço foi excelente e por isso registro aqui a minha recomendação.

Imigração e documentos

Ao contrário do que já li e ouvi, a minha imigração em Londres foi muito tranquila. Apenas me perguntaram quantos dias eu ficaria na cidade e qual era o motivo da viagem.

Como prevenção sempre é a melhor opção, tenha em mãos sua passagem de volta, sua reserva de hospedagem ou carta-convite do seu anfitrião (caso for se hospedar na casa de um amigo ou parente), seguro-viagem e dinheiro (e/ou cartão) que demonstre que você terá como se sustentar durante o período que estiver no país.

Quanto à documentação, mesmo com o Brexit, brasileiros não precisam de visto para ingressar no Reino Unido como turista, sendo necessário apenas o passaporte válido.

O Reino Unido não compõe o Espaço Schengen, tampouco assinou o tratado de Schengen, que determina a obrigatoriedade do seguro viagem. Todavia, recomendo fortemente que sempre você contrate um seguro viagem quando fizer qualquer viagem ao exterior.

No site Seguros Promo você pode fazer uma comparação detalhada e fácil dos preços dos seguros ofertados, analisando qual tem o melhor custo benefício para a sua viagem. Contrate AQUI o seu seguro viagem com desconto, utilizando o cupom MALADEVIAGEM5.

Borough Market – foto do nosso ensaio com @fotografaemlondres

Moeda, idioma, fuso horário e tomadas

A moeda é a Libra, que você pode levar já do Brasil ou optar por trocar lá. Se for trocar lá, leve euro ou dólar.

Cartão de crédito internacional também pode ser usado em substituição ao dinheiro em espécie. Nessa viagem, levei euro e dólar, mas não cheguei a trocar e usei o cartão de crédito mesmo.

Confira também aqui no blog MV: Compras no exterior – confira qual a melhor forma de pagamento

O idioma é o inglês e os ingleses são, em regra, pessoas muito educadas, então se você tiver dificuldade com a língua, não sinta vergonha de pedir para que falem mais devagar.

Se você se sente inseguro(a) em viajar para algum país por não sentir familiaridade com a língua, ter um celular com internet vai te ajudar.

Viajar com internet em tempo integral não é apenas um capricho, mas sim uma questão de necessidade.

Muita gente me pergunta se é tranquilo viajar para outro país ainda que você não fale a língua nativa ou pelo menos inglês. E para essa pergunta eu mantenho sempre a mesma resposta: não deixe de viajar porque você não fala outro idioma, mas não viaje sem internet no seu celular.

Pensando no conforto da minha viagem, na segurança de ter tudo ao meu alcance quando precisar, bem como no meu desejo em compartilhar todos os acontecimentos em tempo real com vocês, é que sempre utilizo em minhas viagens o chip de internet da SimPremium.

A SimPremium me envia o chip ainda no Brasil, recebo-o na minha casa e quando desembarco no destino final, já estou conectada. A empresa é parceria do blog MV e me acompanhou também em Londres.

Nem preciso tecer mais elogios acerca da qualidade do produto, pois quem acompanhou minha viagem e todos os Stories que fiz no Instagram @maladeviagem viu o como a internet funciona bem!

Leitor do blog MV tem 10% na aquisição do chip de celular SimPremium ao utilizar o cupom “maladeviagem”. Clique aqui para pedir o seu!

Quanto ao fuso horário, é em Londres, no distrito de Greenwich, que está o Meridiano de Greenwich (chamado também de meridiano inicial).

Considerando que a linha utilizada para dividir o planeta em hemisfério leste e oeste fica em Londres, e que essa linha marca a posição de longitude 0º, o horário é UTC/GTM +0.

Assim, a diferença de fuso horário entre Brasil (considerando horário de Brasília) e Londres é de 3 horas.

Porém, durante o British Summer Time, que fica em vigor do último domingo de março até o último domingo de outubro, a diferença passa a ser de 4 horas.

Por fim, o padrão de tomada em Londres (e em todo o Reino Unido), é do tipo G, que tem três pinos chatos. O nosso padrão atual são três pinos redondos, certo? Lá são três pinos também, porém não são redondos e sim achatados.

A voltagem é 230 v, com 50 Hz de frequência padrão, enquanto no Brasil é 127 v ou 220 v de voltagem (a depender do local), com 60 Hz de frequência.

Portanto, leve adaptador universal para tomada e transformador para voltagem (caso seu aparelho não seja bivolt).

Quantos dias ficar em Londres

Aqui vale mais a regra do: “quantos dias você tem?”

Londres tem uma infinidade de atrações, e por mais que você tenha dias disponíveis, vai sair sem conhecer tudo. O bom mesmo é deixar coisas para uma segunda oportunidade…

Para fazer os passeios mais tradicionais, considere 5 ou 6 dias. Com esse tempo você consegue fazer o “arroz com feijão” e incluir andanças pela cidade, museus e lojinhas, dando ênfase na parte que mais te agrada.

Se tiver menos tempo, tudo bem também! Como eu disse, não vai dar pra conhecer tudo de tudo mesmo, então selecionei o que faz seu perfil.

Ficamos 6 dias e foi bastante! Com mais de 6 dias já dá pra considerar alguns bate-volta pelas redondezas.

Inclusive, acho que com 6 dias já é possível incluir no roteiro uma visita aos estúdios da Warner onde foram gravados os filmes do Harry Potter. Não fiz esse passeio, mas daria para ter feito.

Onde se hospedar em Londres

Nossa hospedagem foi no hotel Royal Lancaster London, um belíssimo hotel cinco estrelas muito bem localizado: próximo ao Hyde Park, ao Marble Arch (monumento) e à estação de metrô Lancaster Gate.

Fomos muito bem recepcionados: champanhe e doces para celebrar nossa chegada em Londres!

Dentre as comodidades, estão: academia aberta 24 horas por dia, além de 2 restaurantes premiados – o Nipa do Royal Lancaster London e o Island Grill.

Além dos restaurantes, o bar Hyde serve lanches leves e bebidas durante todo o dia, e o restaurante Park serve o tradicional chá da tarde.

A variedade gastronômica garante uma opção perfeita para qualquer ocasião, seja ela um jantar elegante para celebração de uma ocasião especial, um almoço descontraído ou mesmo um típico chá da tarde londrino.

Alguns dos pratos servidos nos restaurantes também estão disponíveis no room service.

Na primeira noite da nossa estadia optamos por pedir dois lanches do menu 24 horas e ambos estavam deliciosos.

Os quartos são amplos, confortáveis, muito bem iluminados e possuem sistema de isolamento acústico.

São 411 quartos e suítes com estilo clássico atemporal, conforto e vistas espetaculares do Hyde Park, bem como da cidade de Londres:

Vista do nosso quarto no Royal Lancaster London
Royal Lancaster London

Além da decoração sofisticada, com detalhes em madeira que deixam o ambiente ainda mais aconchegante, smart TV via satélite, mesa de trabalho, tomadas com entrada USB e banheiro com piso aquecido estão entre as facilidades.

O banheiro é todo revestido em mármore e as amenities incluem produtos de higiene pessoal de qualidade e roupão de banho.

Destaque ainda maior para o café da manhã, servido em um salão belíssimo, com vista para o Hyde Park.

O café é composto por um buffet livre, com diversas variedades de pães, bolos, frios, frutas, sucos, iogurtes, ovos e outros quitutes típicos do tradicional café da manhã inglês.

Caso queira adicionar mais opções à sua refeição, há como adicional um menu à la carte, com opções de pratos e bebidas preparados na hora.

Café da manhã com vista para o Hyde Park

Adoramos a nossa estadia no Royal Lancaster London, o conforto do quarto, as delícias do café da manhã, a qualidade do room service e a atenção dos funcionários para com os seus hóspedes.

Como se locomover em Londres

metrô de Londres (tube ou underground), administrado pela Transport for London, é a mais antiga e mais extensa rede ferroviária subterrânea do mundo. São mais de 400 km de metrô.

Portanto, para quem vai a Londres com finalidade turística, já sabe que o meio de transporte mais eficaz é esse: o metrô.

Considerando a extensão da cidade, existem preços diferentes conforme a região. A boa notícia é que os pontos de interesse estão concentrados nas áreas 1 e 2, consideradas áreas centrais, onde os trechos são mais baratos.

O cartão de metrô é o Oyster, que é adquirido nas máquinas do metrô e pode se abastecido com crédito, por dia ou semana.

Se você já sabe que não vai fazer muito uso do metrô, compensa abastece-lo com crédito: conforme você for fazendo as suas viagens, o crédito será descontado do cartão.

Para quem pretende usar bastante o underground e vai ficar até 5 dias em Londres, então a melhor opção é optar pela diária – o teto do cartão é 6,80 por dia (valor máximo).

Se acontecer de colocar mais crédito do que o necessário, é possível resgatar até, no máximo, 10 libras de crédito.

Se você vai ficar 6 ou 7 dias na cidade e pretende usar bastante o metrô, então vale a pena usar o 7 days Travelcard, que custa 34,10 libras + 5 libras de caução do cartão.

Mas atenção: se você pegar o 7 days Travelcard e for ficar menos do que 7 dias, ou seja, se for for embora antes de esgotar o prazo de uso do cartão, você não vai conseguir devolver o cartão e pegar o valor da caução.

Essa foi a minha situação: comprei o 7 days Travelcard, voltei no sexto dia e por isso não consegui devolver o Oyster e pegar o valor da caução.

Atenção: independente da modalidade de Oyster que você optar, saiba que se quiser utilizar o metrô para ir até o aeroporto, vai precisar carregar crédito extra, haja vista sua localização.

O que fazer em Londres: dicas para montar seu roteiro

Como dito acima, o seu roteiro vai incluir mais ou menos atrações a depender da quantidade de dias disponíveis.

Diferente do que já fiz em posts de outros destinos, colocando um roteiro dia a dia, hoje vou listar todas as atividades/pontos turísticos que indico para uma primeira viagem a Londres, e assim você seleciona conforme suas preferências e disponibilidade.

O nosso roteiro dia a dia foi elaborado pelo @visitandolondres (que também realizou nosso traslado do aeroporto para o hotel, como mencionado anteriormente).

Dias antes da minha viagem entre em contato com o Visitando Londres e passei as informações gerais sobre minha viagem: data de chegada, partida, hotel onde me hospedaria, interesses na cidade, pontos turísticos que gostaria de conhecer…

O roteiro foi organizado sob medida, incluindo assistência via WhatsApp para eventuais dúvidas e serviço de concierge, como reserva em restaurantes e compra de ingressos.

Indico os serviços do @visitandolondres para quem valoriza a tranquilidade de ter uma viagem organizada conforme os seus interesses, prioriza conforto e comodidade. Com certeza tivemos uma melhor experiência em Londres com o suporte de brasileiros que vivem em Londres e já possuem experiência com o turista brasileiro, auxiliando-os para que a viagem seja ainda melhor.

Os pontos turísticos da cidade

London Eye

A roda-gigante London Eye (cohecida também como Millenium Wheel – Roda do Milênio) foi construída no ano 2000 para celebrar o novo milênio, e se tornou um símbolo londrino.

São 32 cabines, cada uma representa um distrito de Londres. As cabines são numeradas, mas se você reparar vai se deparar com uma curiosidade: não tem cabide de número 13, que foi propositalmente excluída por motivos de suspertição.

São 135 metros de altura e a volta completa tem duração de 30 minutos, numa rotação bem suave para que lá de cima seja possível apreciar um lindo panorama de Londres.

Cada cápsula comporta até 28 pessoas. O espaço é amplo, com visão em 360 graus e um banco no meio.

A London Eye, quando construída, recebeu o título de maior roda-gigante do mundo. O título perdurou até 2006, depois vieram: Estrela de Nachang, na China, a Singapore Flyer e a High Roller em Las Vegas.

Adquirimos nossos ingressos para London Eye com antecedência pela plataforma Musement (Instagram: @musement), por meio da qual é possível fazer reservas online de excursões, ingressos e experiências ao redor do mundo. Para comprar seu ingresso para London Eye com antecedência clique aqui.

London Eye

Em regra, o horário de funcionamento é das 11 às 18h de janeiro a maio e de setembro a dezembro; e das 10 às 20:30 de junho a agosto.

Palácio de Westminster e Big Ben (Elizabeth ou Victoria Tower)

Palácio de Westminster (Casas do Parlamento) é um edifício gótico vitoriano que abriga o Parlamento do Reino Unido.

Ao lado dele está o Big Ben que, na verdade se chama Elizabeth Tower ou Victoria Tower desde 2012 (antes disso se chamada Clock Tower – Torre do Relógio), pois Big Ben é o nome do sino da torre.

História do Parlamento: o antigo palácio do parlamento era residência real desde a época de William o conquistador (Guilherme de Orange).

O prédio passou a ser sede do Parlamento em 1512 e, em outubro de 1934, foi atingido por um incêndio. Esse incêndio não atingiu todo o palácio, ficando a salvo o Westminster Hall, os claustros, a cripta da St Stephen’s Chapel e a Jewel Tower (uma construção do século XIV onde ficavam as joias reais).

Em decorrência dos danos causados, foi preciso construir um novo prédio. De todos os projetos apresentados (97 no total), saíram vitoriosos os arquitetos Charles Barry e Augustus Welby Pugin.

A construção do novo prédio se estendeu até 1847, sendo composto por 1.200 quartos, 11 pátios e 3,5 quilômetros só de corredores.

Big Ben – Victoria Tower: a Victoria Tower guarda em seu interior cópias de todas as leis do Parlamento desde 1497.

Durante a minha visita a torre ainda estava em reforma, uma reforma que se estende por anos e com previsão para finalizar em 2021.

Visitação: o Palácio de Westminster só pode ser visitado aos sábados dos meses de verão (agosto e setembro), e os ingressos podem ser adquiridos na hora.

Dica bônus: é possível entrar no Parlamento para assistir uma sessão parlamentar entre os meses de outubro a julho. Se for esse seu desejo, lembre-se que você deverá ir de segunda a quinta-feira, e a entrada é pela rua St Margaret. Geralmente as sessões começam às 14:30 nas segundas e terças, 11:30 nas quartas e 10:30 nas quintas-feiras.