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Criciúma
sábado, fevereiro 24, 2024

Moradores de rua: inclusão no mercado de trabalho se torna um desafio

Segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Criciúma conta com 319 pessoas nessa condição. Governo Municipal diz que número é de 120 pessoas

Criciúma
Edson Padoin


Nos últimos anos, Criciúma tem testemunhado um aumento significativo no número de pessoas em situação de rua. De acordo com uma pesquisa conduzida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, até julho de 2023, a cidade contava com 319 pessoas nessa condição. Esse número representa um aumento substancial em comparação com os 18 registros em 2016, destacando uma realidade crescente que requer atenção urgente.

Entre os dados revelados, destaca-se que a maioria dos moradores de rua é composta por homens, somando 286, enquanto 33 são mulheres. Além disso, a faixa etária mais afetada é aquela compreendida entre 20 e 49 anos, totalizando 258 pessoas. Surpreendentemente, dos 319 contabilizados, 185 não são naturais de Criciúma, indicando um fenômeno que transcende as fronteiras municipais.

Dentre os entrevistados, 304 frequentaram a escola, e 300 possuem habilidades básicas de leitura e escrita. Os principais motivos que levaram esses indivíduos a viverem nas ruas são problemas familiares, vícios e desemprego, revelando um ciclo complexo de dificuldades interligadas.

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