Criciúma: Não há mais manifestantes em frente ao quartel

Há dois meses, se iniciava a concentração de pessoas protestando em frente ao 28° GAC, pedindo intervenção federal

Foto: Nilton Alves/TN

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Thais Borges/Especial
Criciúma

No dia 1° de novembro, se concentravam em frente ao 28° Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) em Criciúma, quartel do Exército Brasileiro, manifestantes contrários ao resultado das eleições presidenciais de 2022, que elegeram em segundo turno Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no dia 30 de outubro. Não há mais pessoas em frente ao local, nem estruturas montadas para abrigar os protestantes e faixas com escritas conforme apurado pelo Tribuna de Notícias, ontem, 10.

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De acordo um trabalhador da região da rodovia Luiz Rosso que não será identificado, na segunda-feira, 09, houve um movimento no local, mas para a remoção de itens. Ontem, 10, a última tenda foi desmontada e não há mais resquícios da agitação, que foi perdendo força aos poucos. Em decisão de Alexandre de Moraes no domingo, 08, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), órgão máximo do poder judiciário brasileiro, foi determinada a dissolução, em 24 horas, de acampamentos como os de Criciúma em todo o Brasil.

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