Cliente será indenizado após vexame em balada por suposta nota falsa

Estabelecimento terá que pagar R$ 7 mil por danos morais ao consumidor

Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Secom

- PUBLICIDADE -

Um pagamento feito com uma nota falsa terminou em indenização a ser paga por uma balada em Balneário Camboriú, no Litoral Norte do Estado. Um cliente teria sido constrangido após entregar uma cédula falsa durante um evento no estabelecimento, em maio deste ano.

> Clique aqui e receba as principais notícias do sul catarinense no WhatsApp

- PUBLICIDADE -

Por conta do vexame causado pela casa noturna, o 2º Juizado Especial Cível da comarca de Balneário Camboriú determinou que o estabelecimento pague danos morais arbitrados em R$ 7 mil reais ao cliente.

O consumidor teria entregue à atendente da casa noturna uma cédula de R$ 200,00, que foi identificada como falsa após o evento na casa noturna. Enquanto o cliente aguardava o troco, a atendente teria enviado uma mensagem pelo celular.

15 minutos depois, dois homens o abordaram de forma ofensiva, acusando-o de ter “passado” a nota falsa propositalmente para o comércio. Na ocasião, um policial à paisana ainda teria tirado fotos dos documentos do cliente.

“Não se mostra razoável que a identificação da cédula se realize em locais públicos, à vista de todos, de modo a se evitar algum constrangimento para a pessoa que forneceu, notadamente porque essa situação de cédula falsa pode não ser do conhecimento do devedor, não podendo haver nenhuma situação de constrangimento” explica a juíza substituta Bertha Steckert Agacci.

A empresa acusada não apresentou contestação e terá que pagar indenização ao cliente, com correção monetária e acréscimo de juros de mora a partir da data do ocorrido.

*Via ND+

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O TN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.