Paralisação de servidores em Urussanga não pode atrapalhar os serviços

Servidores irão fazer manifestação nesta segunda-feira até às 16h, reivindicando melhores salários

Foto: Divulgação

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Urussanga

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Criciúma e Região marcou uma paralisação para esta segunda-feira na quinta-feira, quando esteve em Urussanga tentando abrir negociação do a Administração Municipal. Como não obteve êxito, o protesto foi marcado. Na sexta-feira, a 2ª Vara da Comarca de Urussanga, garantiu no fim da tarde uma liminar favorável à Administração Municipal, para que a paralisação prevista pelos servidores públicos municipais não atrapalhe os serviços públicos.

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Segundo a decisão, é para que o Sindicato “se abstenha da paralisação total das atividades essenciais do Município de Urussanga, em especial, a saúde, social,educação, dentre outros (pátio de máquinas, prédio da administração, CRAS, CREAS, Vigilância Sanitária, Conselho Tutelar, etc.),garantindo-se a manutenção de 90% destas atividades, sob pena de multa diária no valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) por dia de desobediência, sem prejuízo do uso da força policial. Quem assina o documento é o juiz da Comarca de Urussanga Roque Lopedote.

A proposta do Executivo urussanguense é um percentual de 15,61% de aumento, vale refeição para todos os servidores de R$ 200,00, mais aumento do vale feira para R$ 30. A proposta foi negada pelo sindicato, que pede por 20,5%.A mesma liminar, cita que “a paralisação é inadequada, na medida em que os itens reivindicados, como o repasse dos anos de 2020, 2021 e 2022, no total de 20,5% de perdas salariais. A alegação o Executivo é de que este percentual vai impossibilitar a administração, sob pena do Município ultrapassar o limite prudencial previsto no artigo 20, III, da Lei Complementar 101/2000”.

Posição

A presidente do Sindicato dos Servidores Púbicos Municipais de Criciúma e Região, Jucélia Vargas, ratificou que a paralisação está mantida é que os trabalhadores que quiserem lutar por seus direitos, que podem se juntar com os manifestantes, que já aderiram ao movimento. “Quando é para dar o aumento, eles não se importam com os servidores, mas quando é para o trabalhador lutar pelo seu direito, eles vão na Justiça”, indaga Jucélia.

Siderópolis

Em Siderópolis, em Assembleia realizada na quinta-feira, os servidores rejeitara a proposta de 15,81% oferecida pelo prefeito Franqui Salvaro. No sábado, os servidores estiveram fazendo panfletagem na cidade e nesta segunda-feira estarão na sessão da Câmara de Vereadores pedindo apoio aos parlamentares para que o projeto como foi enviado pela Administração não seja aprovado.

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