Eleição para o governo de Santa Catarina apresenta equilíbrio

Estado tem dez candidatos na disputa. Pesquisas mostram indefinição e vencedor deve ser conhecido no segundo turno


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José Adilio

Desde quando começaram a ser anunciados os nomes que seriam candidatos ao Governo de Santa Catarina, o cenário, em nenhum momento, deu grande vantagem para algum nome. Em todas as pesquisas contratadas e divulgadas pelos veículos de comunicação, sempre foi registrado empate técnico entre os candidatos. Os números não apontam nem quem tem possibilidade de ir para o segundo turno, o que fez com que os candidatos usassem o período eleitoral para apontar os defeitos dos adversários. Até nos debates promovidos pelos órgãos de imprensa ou pelas entidades organizadas do Estado, eles deixaram de apresentar propostas para focar nas denúncias.

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Desde o início da campanha, o equilíbrio foi constante entre pelo menos cinco candidatos. Candidato à reeleição, o atual governador Carlos Moisés da Silva, foi o alvo dos concorrentes, principalmente pela compra dos respiradores durante a pandemia da Covid-19. Outro fator que os candidatos procuraram explorar foi ligar os nomes com os dos presidenciáveis. Mesmo sendo o candidato do PL, Jorginho Mello, viu os adversários colarem as candidaturas ao nome do presidente Jair Messias Bolsonaro. Já Décio Lima (PT) da Frente Democrática, fez campanha ligando sempre o nome com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nestes últimos dias de campanha, os candidatos procuraram aproveitar as candidaturas proporcionais para se fazerem presentes. Pelo menos, nesta última semana, quase todos os candidatos ao governo passaram pela região Sul.

Candidatos:

Décio Lima (PT)

Esperidião Amin (PP)

Gean Loureiro (União Brasil)

Jorginho Mello (PL)

Jorge Boeira (PDT)

Leandro Borges (PCO)

Carlos Moisés (Republicanos)

Odair Tramontin (Novo)

Professor Alex Alano (PSTU)

Ralf Zimmer (PROS)

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