Desassoreamento do Rio Sangão volta a pauta dos municípios

Reunião realizada ontem busca criar estratégias para sensibilizar Ministério Público a autorizar a obra

Foto: Nilton Alves/Tribuna de Notícias

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Os prefeitos de Forquilhinha, José Cláudio Gonçalves, de Criciúma, Clésio Salvaro e Maracajá, Anibal Brambila estiveram reunidos ontem – na Câmara de Forquilhinha – com técnicos da Defesa Civil e representantes de associações de moradores do Sangão e Cidade Alta. Na oportunidade, os gestores discutiram os estragos ocasionados pelas últimas cheias com o transbordamento do rio.

A intenção dos administradores municipais é apresentar ao Ministério Público de Santa Catarina um estudo técnico elaborado pelas Defesas Civis dos municípios apontando as condições ambientais e os riscos para as comunidades do entorno e tentar viabilizar novas ações de desassoreamento do Rio Sangão. Ainda não existem valores, pois esse é o primeiro passo que as cidades dão para resolver a questão das comunidades em torno do rio.

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“Uma reunião importante para discutir em parceria com os municípios atingidos buscando soluções pontuais para sanar os estragos causados pelo transbordamento do Rio Sangão durante as cheias. É um problema recorrente e precisamos elaborar um documento com embasamento técnico para tentar viabilizar o desassoreamento e amenizar os transtornos causados nas comunidades”, pontua o prefeito de Forquilhinha.

No início do mês de maio, cerca de 50 famílias ficaram desabrigadas por conta das cheias no Rio Sangão. Um documento será elaborado pela Defesa Civil dos três municípios para buscar as licenças ambientais e a viabilização nos órgãos responsáveis. “Dependemos da união dos três municípios para conseguir solucionar esse problema histórico na nossa comunidade”, acrescenta Jailson da Silva Rosa, presidente da Associação dos Moradores da Cidade Alta.

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Por: Maíra Rabassa
Em: Forquilhinha

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