Chapa de Jorge Koch é a única apta a concorrer às eleições da Fecam

Das três composições que foram inscritas, apenas uma foi homologada. Pleito que define a próxima diretoria acontece na terça-feira que vem

Foto: Divulgação/ Arquivo

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Orleans

Das três chapas inscritas para concorrer à eleição da Federação de Consórcios, Associações e Municípios de Santa Catarina (Fecam), apenas uma foi homologada. Após a análise da Comissão Eleitoral da instituição, duas composições foram impugnadas de participar da disputa em virtude de pendências envolvendo membros dos grupos. A decisão ainda cabe recurso à Assembleia Geral.

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A única composição homologada tem como candidato o prefeito de Orleans, Jorge Koch (MDB). “A Chapa 1 tem como objetivo maior, uma Fecam para os prefeitos e prefeitas, para que a gente possa cada vez mais fortalecer o municipalismo. Quero continuar fazendo as mudanças que já vinha fazendo enquanto tesoureiro da atual administração. Outra intenção é trazer à presidência aqui para o Sul”, comenta o candidato.

O desejo de Koch frente à Federação é dividido em três pilares principais. “A presença do prefeito de Orleans na presidência da Fecam, não tenho dúvida nenhuma, que quem ganha é, principalmente, a nossa região e todas as cidades de Santa Catarina. Por isso, esse é o nosso objetivo, fortalecer a Fecam, trazer a presidência para o Sul e continuar o trabalho que vínhamos fazendo à frente da Federação”, acrescenta Koch.

Pendências nas composições

Na Chapa 2, encabeçada pela prefeita de Vargem, Milena Lopes, a líder do Executivo Nilza Simas, de Itapema, encaminhou um oficio à Fecam informando que não havia concordado em ser incluída na composição. No mesmo grupo, o prefeito Douglas Elias Costa, de Barra Valha, foi escolhido para compor o Conselho Fiscal, porém, o município não está apto, já que as obrigações estatutárias não estão quites com a Fecam. Portanto, ele não pode votar, tampouco ser votado.

Já na chapa 3, que teria como candidato o prefeito de São João do Itaperiú, Clézio Fortunato, um ofício informando que não havia concordado com a participação na composição foi enviado pelo prefeito Juliano Schneider, de Luzerna. Outro empecilho é que João Cidinei da Silva, prefeito de Anita Garibaldi, indicado para o Conselho Fiscal, é da mesma região do prefeito Antônio Ceron, de Lages, indicado ao Conselho Executivo, porém, isso não é permitido pelo regimento eleitoral.

Ainda na chapa 3, o prefeito de Grão-Pará, Hélio Alberto Júnior, também não está apto a votar e ser votado, já que o município não estava quite com as obrigações estatutárias com a instituição. Além disso, as duas composições impugnadas inscreveram um número abaixo do previsto em regimento para o Conselho Fiscal.

Primeira vez que três composições foram inscritas

Pela primeira vez, desde a fundação da Fecam, em 1980, a federação só havia recebido o registro de chapas únicas, exceto no ano de 2004, quando duas concorreram ao pleito. Neste ano, a primeira composição a ser registrada foi a do prefeito de Orleans, Jorge Koch. Em seguida, foi inscrita a da prefeita de Vargem, Milena Andersen Lopes Becher e, por fim, do prefeito de São João do Itaperiú, Clézio José Fortunato.

Histórico da instituição

A Fecam foi fundada no dia 3 de julho de 1980, na cidade de Chapecó, com o nome de Federação Catarinense das Associações Municipais. A entidade foi criada a partir da realização de duas assembleias, que contaram com a participação de prefeitos, representantes das associações das cidades, além de autoridades. Desde a sua fundação, a entidade só havia recebido o registro de chapas únicas.

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