UTIs Covid estão vazias em Criciúma

Pela primeira vez, em dois anos de pandemia, não há pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva para tratamento da doença viral


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Tiago Monte

Criciúma

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Um fato histórico aconteceu na quinta-feira, dia 24: não há pacientes internados para tratamento de Covid-19 nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de hospitais criciumenses. É a primeira vez, desde o início da pandemia, que o fato acontece.

O Informe Epidemiológico emitido pela Prefeitura de Criciúma mostra as unidades de UTIs zeradas – seja para pacientes suspeitos ou confirmados com a doença e residentes, ou não, na Capital do Carvão.  Em clínica, são nove os pacientes internados: três moradores de Criciúma. Os outros seis estão com suspeita da doença.

No final da noite de quarta-feira, a diretoria do Hospital São José (HSJ) publicou um vídeo, nas redes sociais, mostrando a UTI-Covid vazia pela primeira vez. Com aproximadamente um minuto e meio de duração, o material mostra os funcionários comemorando a vitória contra a doença. “Foram mais de 700 dias lutando pelas vidas, dentro das Unidades de Terapia Intensiva. A vocês, um recado: vamos continuar aqui, lutando por todos vocês sempre que precisarem da gente…  Mas… neste dia especial, nosso desejo é que dias assim não voltem mais. Obrigado equipes, vocês foram incansáveis. Primeiro dia sem pacientes com Covid-19 internados na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital São José em Criciúma, após dois anos de pandemia. Criciúma – 23 de março de 2022”, diz o trecho final do vídeo. Conforme a Assessoria de Imprensa do HSJ, a UTI Covid-19 pode ser reaberta em caso de necessidade.

Quarta dose da vacina já pode ser aplicada

Os municípios catarinenses que têm estoque de vacinas contra o vírus da Covid-19 podem utilizar esses imunizantes para a aplicação da 4ª dose em idosos com mais de 80 anos. A informação foi divulgada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) na quinta-feira.

Diversos Estados do Brasil, como São Paulo, já haviam começado a aplicar mais este reforço em sua população. Entretanto, Santa Catarina esperava a confirmação do Ministério da Saúde para dar início ao esquema. De acordo com a pasta, a aplicação deve ser feita quatro meses após a terceira dose.

A orientação é que, preferencialmente, o imunizante da Pfizer seja utilizado. As doses da Janssen e AstraZeneca também podem ser utilizadas como alternativa, independentemente da vacina tomada anteriormente.

*A matéria completa está no TN deste final de semana

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