O destaque no comércio de Criciúma

Um dos primeiros empreendedores da cidade, Júlio Wessler foi porteiro e cobrador antes de se estabelecer no ramo


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Thais Borges/Especial
Criciúma

Na década de 50, com a alta procura de fiéis da igreja católica para comprar artigos religiosos e a falta de lojas do ramo em Criciúma, Arlindo Junkes, professor, ex-prefeito da cidade e irmão do empresário Júlio Wessler, decidiu abrir um negócio para vender imagens, velas, grinaldas e terços. “A cidade era praticamente 90% católica e esse pessoal ia em Tubarão procurar os artigos religiosos que precisavam”, afirma Wessler.

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Após uma longa trajetória e experiências, o empreendimento se tornou um grupo de estabelecimentos comerciais que hoje é o que a região conhece como Lojas Fátima. São oito unidades em Criciúma e Araranguá e mais de 60 anos de histórias para contar. Atualmente, aproximadamente 100 funcionários estão empregados nas lojas.

Antes de tudo isso, Júlio Wessler, de 82 anos e descendente de alemães, passou por diversas experiências. Ajudou na lavoura, quase virou padre, foi porteiro, cobrador e sonoplasta na Rádio Eldorado, trabalhou como vendedor na loja de departamentos Fretta e, posteriormente, começou a trabalhar na loja de artigos religiosos em 1958, aos 18 anos e concluiu um curso de contabilidade. “A convite do Arlindo, eu comecei a ser balconista”, relembra. Em um espaço de 40 metros quadrados, os primeiros itens começaram a ser vendidos. “No final do ano, nós começamos a vender presépios, árvores de Natal e imagens de santos”, conta. Conforme os clientes pediam novos produtos, o inventário ia aumentando. “Fomos acrescentando com papelaria, brinquedos. A gente queria crescer e sempre procurou atender a demanda da procura”, relata. As lojas atendem o ramo de papelaria, livraria, brinquedos, artigos de presente e esporte.

*Matéria completa no jornal TN desta quinta-feira

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