Macrodrenagem do Rio Criciúma vai avançar no bairro Pio Correa

Projeto das intervenções foi apresentado à comunidade

Foto: Divulgação

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Empresários e a comunidade do bairro Pio Correa conheceram, na manhã dessa quinta-feira, 20, os detalhes do projeto da Macrodrenagem da Bacia do Pio Correa. A obra que faz parte da terceira etapa do Canal Auxiliar ao Rio Criciúma e vai contemplar ruas do bairro, terá a ordem de serviço assinada nas próximas semanas. “Percebemos uma mudança muito positiva com a primeira e segunda etapa, nas obras que iniciamos desde 2009. Os problemas que costumavam ser frequentes, com os alagamentos, foram evitados por onde o Canal passou. Por isso é importante essa continuidade, levando mais tranquilidade aos moradores, que vão poder trabalhar ou descansar sem medo da chuva”, destacou o prefeito Clésio Salvaro.

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Com instalação de aduelas e tubulações paralelas ao Rio Criciúma, a intervenção tem o objetivo de aumentar a capacidade de vazão, evitando assim alagamentos e transtornos aos moradores e quem passa pelo local. “Além da população do bairro, que é de aproximadamente cinco mil habitantes, mais de 20 mil pessoas trafegam na localidade. Uma obra que pode sim causar alguns transtornos, por ser uma grande intervenção, mas que vai trazer importantes benefícios”, ressaltou o secretário de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana, Tita Belloli.

Sobre a obra

Dando continuidade ao Canal Auxiliar ao Rio Criciúma, a obra vai avançar mais de 1800 metros, beneficiando uma área de 1,9 km2. A macrodrenagem vai passar pelas ruas João Cechinel, Mário da Cunha Carneiro, Marcelino Champagnat, Avenida Humberto de Campos, rua José Gaidzinski e rua Guerra Junqueira.

A obra está orçada em mais de R$ 12 milhões e vai ser a primeira obra contemplada no Estado de Santa Catarina com os recursos do Plano 1000. Um convênio firmado com o Governo Estadual, no maior projeto municipalista do Estado, e que vai repassar aos municípios valores importantes para que obras estruturantes saiam do papel.

Estão previstos dezoito meses de trabalho. Nesse período, o trânsito deve ser alterado no local e os motoristas serão orientados por equipes da Diretoria de Trânsito e Transportes do município.

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