Criciúma: Reconheça os primeiros sinais de perda auditiva

Conheça 13 situações que pedem atenção redobrada para as pessoas


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Criciúma

Com o envelhecimento natural do corpo, todas as pessoas tendem a ter perda auditiva. Mas falar sobre o assunto não é fácil. Por vergonha, por medo de julgamentos ou o escárnio de terceiros, muitas pessoas disfarçam e relutam em admitir que começam a sentir dificuldades para ouvir. Isso também acontece porque, na maioria dos casos, a perda auditiva ocorre gradualmente. Além disso, a falta de informação e o preconceito quanto ao uso de aparelhos auditivos também contribuem para que a consulta a um especialista seja protelada.

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Conheça 13 situações que mostram os primeiros indícios de perda auditiva, listadas pela fonoaudióloga Rafaella Cardoso:

– Faz leitura labial durante uma conversa;

– Assiste à TV em volume mais alto do que as outras pessoas da casa, ou pede com frequência para aumentar o som;

– Comunica-se com dificuldade quando está em grupo ou em uma reunião;

– Tem dificuldade de entender o que está sendo dito, mesmo ouvindo;

– Tem zumbido nas orelhas com frequência;

– Pede que as pessoas repitam o que disseram;

– Fica constrangido ao se comunicar com outras pessoas em lugares ruidosos, como ônibus, metrô, restaurantes e shoppings;

– Ouve as pessoas falando como se elas estivessem sussurrando;

– Concentra-se muito para entender o que as pessoas falam ou cochicham;

– Não ouve quando é chamado por uma pessoa que não está à sua frente ou que se encontra em outro cômodo da casa;

– As pessoas comentam que você fala muito alto;

– Fica embaraçado ao não entender o que outro diz durante uma conversa pelo telefone;

– Ouve com dificuldade o toque da campainha, do telefone ou o interfone do apartamento.

Essas dificuldades começam aos poucos, esporadicamente, mas, quando ocorrem com frequência maior, é importante que algum familiar ou amigo converse com a pessoa, com jeito, de forma educada, a fim de evitar a resistência inicial e, assim, convencê-lo a buscar ajuda profissional.

Se você se enquadra em alguma dessas situações, admita que é hora de procurar um otorrinolaringologista ou um fonoaudiólogo para uma avaliação específica. Cabe ao fonoaudiólogo decidir qual tipo e modelo de aparelho auditivo são indicados para atender às necessidades de cada pessoa. “Dificuldades auditivas podem afetar a vida social e prejudicar as relações de trabalho. A perda auditiva acontece de forma lenta e progressiva. Com o decorrer dos anos, se não houver tratamento, a deficiência atinge um estágio mais avançado. Por isso, o uso diário do aparelho auditivo e o apoio da família são essenciais para que o indivíduo resgate a sua autoestima e mantenha uma vida ativa”, explica a fonoaudióloga.

A tecnologia tem sido uma grande aliada das pessoas com perda auditiva. Além da melhoria na qualidade do som, o design da maioria dos aparelhos auditivos atuais garante discrição e elegância. Atualmente, há uma diversidade de modelos de aparelhos, adequados para diferentes graus de perda de audição.

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