Criciúma: recomendação é que o uso de máscaras seja mantido nas escolas

O Comitê de Gerenciamento do retorno às aulas de Criciúma divulgou uma nota em que defende o uso das máscaras

Foto: DIVE

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Diante do Decreto n° 1.769, que altera os regramentos sanitários em relação ao uso de máscaras das crianças com até 12 anos, definido nesta quarta-feira, 2, o Comitê de Gerenciamento do retorno às aulas de Criciúma divulgou uma nota em que defende o uso das máscaras para prevenção.

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“Lembramos que a máscara é considerada um barreira de proteção contra o vírus da COVID-19 e não utilizá-la implica no aumento da transmissibilidade”, frisaram em nota. Eles destacam que a criança que não fizer o uso da máscara no espaço da sala de aula será considerada integrante do grupo contactante e, nessa condição, havendo alguma pessoa com suspeita ou positiva na turma, a criança também será afastada das atividades presenciais.

Com isso, o Comitê recomenda que o uso das máscaras seja mantido nas instituições de ensino, pois essa desobrigação influenciará no afastamento integral das turmas de Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental nos casos suspeitos ou confirmados para a Covid-19. “Ressaltamos que, neste caso, as atividades educativas retornam 100% presenciais e que a abertura quanto ao uso de máscara influenciará nessa garantia”, completaram.

“Por fim, reforçamos que as Unidades de Ensino precisam orientar as famílias quanto as conseqüências do não uso de máscaras na rotina escolar”, concluiu o Comitê.

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