Criciúma: Mais espaço a um setor já consolidado

Volume de vendas nos supermercados registra crescimento na comparação entre os anos de 2021 e 2020


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Criciúma

Polo supermercadista, Criciúma é berço das principais redes do Estado e que são relevantes para o Brasil. O setor já consolidado como um dos mais importantes da economia catarinense ganhou ainda mais espaço no período da pandemia da Covid-19. “Houve um pico de vendas logo no início da pandemia, com clientes preparando-se para uma quarentena mais longa. Posteriormente, as vendas recuaram para um nível ‘novo normal’”, descreve Ricardo Pereira Althoff, vice-presidente Região Sul da Associação Catarinense de Supermercados (Acats).

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O acumulado de 2021 registra crescimento na comparação com o mesmo período de 2020. “Santa Catarina como um todo parece estar em condições econômicas melhores que a média nacional. O forte crescimento do agronegócio tanto em preços quanto em volumes favorece a economia catarinense. A retomada das indústrias metalmecânica, construção e vestuário têm impulsionado também a economia local. Índices de desemprego também têm sido menos elevados em nosso estado, o que favorece o comércio em geral”, analisa Althoff.

O Termômetro de Vendas, pesquisa realizada mensalmente pela Acats, mostra que as vendas do setor supermercadista catarinense registraram crescimento de 9,65% em 2020. “Impulsionado pelo período atípico, o setor evoluiu muito nos processos de qualificação dos profissionais e na modernização do negócio nas mais diversas frentes, em especial nos canais de venda não presenciais”, avalia o presidente da entidade, Francisco Crestani.

Visão de futuro alavancando o sucesso

Vendendo tecidos e ferragens, o Grupo Giassi surgiu há 60 anos. “O início do nosso comércio foi na década de 60. Todo o começo, em vários sentidos, sempre é difícil. Nos primeiros dois anos apenas estávamos tentando ganhar espaço”, relembra o diretor-presidente da Rede Giassi, Zefiro Giassi.

A partir daí, veio a oportunidade de diversificar os negócios da Rede Giassi: os tecidos foram substituídos por materiais de construção e a loja passou a oferecer gêneros alimentícios. “No início, nosso mix de produtos era muito direcionado àquilo que os produtores precisavam”, frisa o diretor-presidente.

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