Consequências da Covid-19 na saúde mental são debatidas na Unesc

Evento foi promovido pelo Laboratório de Psiquiatria Translacional da Unesc


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Criciúma

A pandemia ainda não terminou. Uma frase que ouvimos constantemente, mas, mesmo que já tivesse terminado, os debates de suas consequências continuariam. Isso é o que a Unesc segue fazendo, como vem ocorrendo desde 2020.

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A discussão foi proposta pelo Laboratório de Psiquiatria Translacional durante a  20ª edição do Simpósio de Psiquiatria Translacional na Interface Cérebro e Mente, que aconteceu neste sábado (17/09), com uma série de palestras voltadas ao compartilhamento de informações sobre os efeitos da Covid-19 na saúde mental dos seres humanos.

Entre as temáticas do evento, que aconteceu de forma híbrida, estiveram as consequências do coronavírus e a relação com quadros de ansiedade, depressão e transtorno bipolar. Além disso, foram abordados os reflexos à saúde de pacientes de diferentes fases de vida, desde crianças e adolescentes, até gestantes e idosos. No total o evento contou com 14 palestras, divididas entre estas e outras abordagens em torno do assunto central. “O Laboratório de Psiquiatria Translacional da Unesc completa 20 anos em 2022, a mesma idade do Simpósio, então este é um ano especial. Agradeço a comissão organizadora, pois foi um trabalho de todos para que o evento acontecesse. Obrigado pelo empenho e dedicação que nos permitiu estar aqui. Obrigado a todos que participaram de maneira presencial ou online e aos palestrantes que deixaram os seus afazeres, as suas cidades e vieram abrilhantar o nosso evento”, comentou a coordenadora do Simpósio, Gislaine Zilli Réus.

Evolução

Os participantes puderam assistir às palestras de maneira presencial no Auditório Ruy Hülse, ou de forma online por meio do canal da Unesc TV no Youtube, com emissão de certificado para os inscritos. “É um prazer estar aqui no 20º Simpósio. Depois do professor João Quevedo, sou a professora mais antiga do laboratório e isso é uma honra para mim porque me fez acompanhar toda a evolução. Este foi o primeiro Simpósio realizado após a pandemia, de forma híbrida, então estamos voltando ao presencial e este calor humano é muito mais saudável”, destacou a coordenadora do Laboratório de Psiquiatria Translacional, Alexandra Zugno.

O coordenador do Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde (PPGCS), Emílio Luiz Streck, disse que o sucesso da iniciativa não é surpresa, pois é sempre carregado de muita qualidade e conteúdo. “Temos um laboratório de muito sucesso, com uma história bonita e com um grande futuro. Este é um ano de muita festa, onde começamos a retomar a vida, então é importante debater estes assuntos da pandemia e o que ela nos deixou”, falou.

Momento único de aprendizado

Para os participantes, o Simpósio é um momento único para debater um assunto tão pertinente. “É muito importante porque a psicologia, em paralelo com a psiquiatria, faz algo completo de como podemos cuidar da mente, em especial depois de um período traumático e as sequelas que ele vêm deixando”, citou a acadêmica do curso de Psicologia, Pâmela Leal Ramos.

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