Tigre: Uma saudade que já dura 20 anos

Há exatamente duas décadas, Mahicon Librelato, um dos grandes jogadores formados pelo Criciúma, morria tragicamente em um acidente. As lembranças permanecem vivas com os familiares


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Tiago Monte

Orleans

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Uma noite chuvosa, em 28 de novembro de 2002, tirou, precocemente, a vida de um dos maiores talentos formados na base do Criciúma. Mahicon José Librelato da Silva, conhecido pela torcida como Mahicon Librelato, então com 21 anos, sofreu um grave acidente, por volta das 23h30min daquela quinta-feira, na Avenida Beira-Mar Norte, numa curva próxima à cabeceira da Ponte Hercílio Luz, e acabou sendo jogado para dentro do mar. O carro, uma Ford Ranger, ainda atravessou uma ciclovia e a calçada, derrubando um poste metálico de iluminação. Na época não havia o guard-rail, que foi colocado no local após o acidente.

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No momento em que o grupo de resgate chegou ao local, o veículo encontrava-se totalmente submerso. Foi preciso quebrar os vidros do carro para que Librelato fosse retirado ainda com vida. Os médicos tentaram reanimá-lo, porém, não obtiveram sucesso. Mahicon Librelato morreu por parada cardio-respiratória.

Duas décadas depois, a saudade ainda está viva, principalmente entre os familiares mais próximos, como o primo de Mahicon, Lucas Librelato. “Meu Deus, faz muito tempo. Na época, foi muito, muito triste mesmo. Apesar de fazer bastante tempo, a saudade continua. Nos finais de ano, ou em qualquer encontro da família Librelato, a gente sempre lembra dele com muito carinho. Fica um sentimento de muita saudade, de uma pessoa fantástica que Deus quis ao lado dele”, lembra Lucas.

Os primos eram muito próximos, então, o convívio era intenso e repleto de alegrias. “A gente era muito próximo. O Mahicon – e todos os primos nossos, na verdade. A tia Maurina, mãe dele, adorava receber os sobrinhos. Então, a gente conviveu por muito tempo. Desde o nosso nascimento, até ele começar a jogar futebol, no Criciúma, ele viveu em Orleans. Então, éramos muito próximos. A gente jogava futebol juntos. Os primos todos se reuniam para dormir na casa dele. Ele era um cara muito divertido e adorava fazer piada”, destaca Lucas.

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