Tigre: O temor pela falta de ritmo de jogo

Com apenas uma partida oficial no ano, zagueiro Rodrigo admite que gostaria de estar atuando mais, antes da decisão pela Copa do Brasil


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Tiago Monte

Criciúma

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O Tigre atuou apenas uma vez, oficialmente, em 2022. Foi no empate contra o Nova Iguaçu por 0 a 0, que garantiu a equipe na próxima fase da Copa do Brasil. Agora, o time voltará a campo, pela competição nacional, na semana que vem – em data e horário ainda a serem confirmadas – e o principal temor é a falta de ritmo de jogo.

O experiente zagueiro Rodrigo, titular do time, admite que gostaria de estar atuando com mais frequência nesse começo de ano. “Meu último jogo oficial tinha sido no dia 6 ou 7 de novembro – o jogo do acesso, contra o Paysandu, em Belém – e faz falta estar jogando partidas oficiais ou jogos-treino. A gente sabe que, de certa forma, acaba sendo pouco e é diferente de jogar uma partida oficial. A questão do ritmo de jogo, não só para mim, mas para o coletivo inteiro, faz falta. A gente sentir o calor da torcida é um fator que a gente vai se ambientando novamente”, diz.

Por outro lado, Rodrigo não usa do expediente como desculpa para algum possível mau desempenho do time. “Nossa equipe se preparou, tanto fisicamente, quanto mentalmente, para não ficar usando essa questão de ritmo de jogo, caso alguma coisa desse errado, como desculpa. A gente sabe que o jogador tem que estar jogando, quer estar jogando, mas a gente tem que esquecer essa questão e trabalhar firme, a cada dia, para que a gente possa evoluir”, comenta.

Necessidade de entrar em campo

Mesmo sabendo da dificuldade em encontrar adversários, Rodrigo acredita que é importante jogar mais. Porém, ele garante que os jogadores estão trabalhando forte para minimizar a falta de ritmo de jogo. “A gente queria estar jogando o Estadual. Jogos oficiais. Mas sabemos das dificuldades do pessoal para agendar um jogo-treino, até porque é fase classificatória, quase final, dos Estaduais, então, acaba sobrecarregando o pessoal que está em competição. Acaba que não abre o leque de jogos-treino. A gente procura, no dia a dia, em nossos treinamentos, trabalhar forte para minimizar o ritmo de jogo”, detalha.

O jogador sabe que o ano é atípico para o Criciúma, mas acaba gerando ganhos na preparação física.“Estamos acostumados a jogar o primeiro semestre no Estadual. A questão de preparação física tem seus ganhos. Volto a frisar que o ritmo de jogo faz muita falta, por mais que tenhamos feito os dois jogos-treino, contra equipes que estavam sem jogar, é diferente, mas trabalhamos forte no dia a dia, independente de estar fazendo jogo-treino ou não, de ter jogos ou não, a gente trabalha forte, firme e com seriedade para quando chegar nos jogos, a gente estar melhores preparados na questão da falta de jogos”, diz.

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