Tigre: A chegada do experiente Negueba

Atleta de 29 anos veste a camisa do Criciúma até o final da temporada deste ano


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Tiago Monte

Criciúma

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Em 2011, com apenas 18 anos, o jovem Negueba surgiu como uma talentosa promessa do Flamengo. A forte cobrança e a concorrência no setor ofensivo, em um dos principais clubes do país, fez com que o atleta fosse emprestado ao São Paulo, em 2013, sem ter deslanchado no Rubro-Negro. De volta ao time carioca, o jogador saiu em definitivo na temporada 2015 – quando foi para o Coritiba.

Após passar por Grêmio, Atlético-GO, Ponte Preta, Londrina e futebol coreano – onde esteve nos últimos  quatro anos – o atleta chega ao Criciúma. Agora, Negueba se considera mais experiente e tomando melhores decisões dentro e fora de campo. “A única coisa que mudou é a idade. Quando surgi no Flamengo era muito novo, tinham decisões que eu tomava que eram normais da idade, agora já estou um pouco mais experiente, mais velho, com a cabeça bem mais tranquila, bem mais centrada. Têm decisões que eu tomo que são bem melhores e isso é evolução. A experiência vai me ajudar bastante”, diz o jogador, durante a apresentação oficial, que aconteceu ontem à tarde.

Negueba escolheu o Tigre devido ao projeto apresentado pela diretoria carvoeira. “Meu empresário conversou comigo, eu tinha intenção de voltar para o Brasil, e ele conversou com o diretor do Criciúma. Foi uma possibilidade boa porque o Juliano (Camargo, executivo de futebol do Tigre) já me conhecia: trabalhei com pessoas que ele conhece. Então, ficou mais fácil de vir para o Criciúma. O projeto é bom e espero ajudar o clube a conquistar algo no Brasileiro”, destaca.

Em busca do melhor condicionamento físico

Sem treinar por mais de três meses, Negueba busca aprimorar o preparo físico para poder entrar em campo com o manto carvoeiro. “Ainda não estou 100% porque fiquei três meses em casa, mas, a cada dia que passa, estou evoluindo, fazendo os trabalhos com o preparador físico, que está me ajudando muito. Cada dia que passa, estou ficando melhor”, detalha.

A falta de ritmo de jogo, até o começo da Série B, tem pontos positivos e negativos para o jogador. “Tem o lado bom e o lado ruim. Pelo fato de não jogar, é ruim, mas também é bom que tem tempo para o Tencati treinar a equipe, fazer alguns ajustes, que são importantes para a equipe. Tudo na vida tem o lado bom e o ruim. Isso é igual para a gente”, diz.

O jogador ainda não conversou com o técnico Cláudio Tencati para definir como atuará, mas eles trabalharam juntos em 2017, no Londrina, o que facilitará o entendimento. “Ainda não conversamos sobre isso, mas eu já conheço o professor Tencati, ele me conhece, já trabalhamos juntos no Londrina, isso facilita o diálogo”, comenta.

A experiência no futebol da Coreia do Sul

Após atuar, desde 2018, no futebol da Coreia do Sul, Negueba optou em voltar ao Brasil. Ele jogou no Gyeongnam e no Incheon United. O atleta vê como positiva a passagem pelo futebol asiático. “Foi muito boa a passagem pelo futebol coreano. É um campeonato muito difícil. No meu primeiro ano, fui eleito o melhor jogador da minha posição. Depois, tive uma lesão, mas consegui voltar a atuar em alto nível. Ano passado, fiz um belo campeonato também, só que pesou um pouco a questão familiar. Então, optei por voltar ao Brasil e retomar a carreira”, pontua.

Negueba acredita que a Série B deste ano será bastante competitiva. Ele atuou na competição em 2017 pelo Londrina.“Eu tive uma experiência muito boa lá. O Campeonato Brasileiro da Série B é muito competitivo e, esse ano, vai ser mais competitivo ainda, pelo fato de ter grandes clubes – que estavam na Série A – e o Criciúma vai entrar, não só para cumprir tabela, mas para ter objetivos grandes, que todo clube da Série B vai tentar”, finaliza.

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