“Os guri” do Sul estão na Copa do Mundo

Grupo de amigos de Criciúma e região estão no Catar para acompanhar nove partidas da primeira fase da competição, incluindo os jogos do Brasil


- PUBLICIDADE -

Tiago Monte

Doha/Catar

- PUBLICIDADE -

Uma imensidão de estrangeiros invadiu o Catar para acompanhar a Copa do Mundo. Entre eles, muitos brasileiros, claro. Sete amigos de Criciúma e Nova Veneza fazem parte da legião “brazuca” no Oriente Médio. Os catarinenses chegaram no fim de semana passado, mas, antes, passaram por uma maratona. “A chegada foi bem longa. Fizemos um voo de Porto Alegre até São Paulo. Depois seguimos para Londres, onde fizemos oito horas de escala e mais nove horas até o Catar. Saímos de Porto Alegre na sexta de manhã e chegamos no Catar na madrugada de domingo”, explica Wagner Ghislandi, diretor de marketing do Caravaggio Futebol Clube.

Ele e mais seis amigos – entre eles o presidente do Caravaggio, Samuel Milanez, e o vice-presidente da equipe de Nova Veneza, Moisés Spillere – criaram o perfil Os Guri na Copa (@osgurinacopa), no Instagram, e lá dão amostras de como está a passagem pelo Catar. Eles acompanharam a abertura da Copa e tiveram a primeira impressão do país-sede. “É uma Copa bem diferente: têm pessoas de muitos países, que moram aqui no Catar, e vimos poucos cataris. Mas está tudo certo, o país está receptivo”, detalha Wagner.

No roteiro dos amigos, nove partidas. Dois deles já aconteceram, as estreias de Inglaterra e Argentina. Inclusive, eles bateram fotos com os árabes presentes no estádio. Os catarinenses estarão nos três jogos da Seleção Brasileira na primeira fase do Mundial. “Nós vamos assistir aos três primeiros jogos do Brasil e mais jogos de França, Alemanha e Bélgica”, detalha Ghislandi.

Um calor “leve” no inverno asiático

Inicialmente, o calor não assustou os amigos do Sul de Santa Catarina. As temperaturas estão, em média, em 30 graus, mas vale lembrar que o Catar está no outono – rumando para o inverno. “O calor não é tão forte assim. Tem muita areia e vento e isso, sim, incomoda bastante. E o ar é bem seco”, diz Wagner.

Nos estádios, que são todos climatizados, a temperatura chega a ser considerada fria pelo catarinense. “Eles ligam os ares-condicionados e bate em 15 graus, com muito vento. Fica bem frio”, enfatiza.  “Estamos no meio do deserto, e não na área central do Catar, onde ficam os prédios, mas sim no subúrbio. Não chega a ser um calor escaldante como relatam ser no verão, mas é muito seco, zero umidade do ar”, completa.

Hospedagem em uma casa mais afastada

Os valores das diárias em hotéis são consideradas altas para os padrões brasileiros. E esse foi um dos maiores impeditivos para os torcedores que desejavam ir ao Catar. Os amigos, porém, fugiram dessa situação ao alugar uma casa em uma vila mais afastada do centro do país. “Nós estamos hospedados em uma casa que faz parte de uma vila. Estão aqui brasileiros, argentinos, senegaleses e várias outras nacionalidades. Estamos em uma espécie de apartamento, então, tem cozinha, sala de estar e quartos. Todo o grupo está aqui”, comenta Wagner.

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O TN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.