Causas do acidente que matou Rincón seguem como mistério

Ex-atleta, que disputou três Copas do Mundo, teve traumatismo craniano, passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos

Foto: Mauricio Dueñas Castañeda/EFE/07-11-17

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Ídolo do Corinthians e da seleção colombiana, Freddy Rincón morreu na madrugada da última quinta-feira (14), após não resistir aos ferimentos provocados por um grave acidente automobilístico sofrido pelo ex-jogador na última segunda-feira (11). O atleta foi velado no fim de semana, mas as causas da batida que tirou a vida do ex-atleta seguem como um mistério.

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Onde Rincón estava antes do acidente?
Segundo relatos da imprensa colombiana, o ex-jogador estava em uma festa com amigos antes de ter o carro atingido por um ônibus em Cali, na Colômbia. Rincón passou a noite do domingo (10) na casa de Harold Saa, amigo de longa data do ex-jogador.

A fonte ainda afirmou que Rincón não bebeu no local e disse desconhecer as pessoas que estavam no carro com ex-jogador na hora da batida.

A visita ao companheiro era uma rotina de todo fim de semana do ex-atleta. No local também estava Edison Ruiz, ex-prefeito de Buenaventura, cidade natal do meia colombiano.

Vladimir Mosquera, outro amigo de Rincón que estava no local, contou que a conversa foi sobre futebol, salsa e piadas.

Quem estava no volante no momento do acidente?
O carro em que Rincón estava se chocou com um ônibus no bairro San Fernando, na cidade de Cali, na Colômbia. Em imagem que circulou nas redes sociais, é possível ver que o automóvel cruzou um sinal vermelho.

Segundo o irmão de Freddy, Rafael Rincón, o ex-jogador não era o motorista no momento do acidente. A informação é que no carro estavam ainda mais duas mulheres, que tiveram ferimentos leves.

Uma das mulheres que estavam dentro do carro afirmaram, porém, que era Rincón quem dirigia o automóvel. Essa versão segue a linha do que foi publicado pelo jornal colombiano El Tiempo.

O periódico trouxe documentos oficiais do resgate que afirmam que o ex-jogador foi encontrado desacordado no banco do motorista.

Por outro lado, pessoas que presenciaram o resgate relatam que viram Rincón ser retirado do banco do carona.

A autópsia do corpo deve esclarecer definitivamente quem era o condutor no momento da batida, baseado nas lesões sofridas e na combinação dos ferimentos ao padrão das ferragens e do ângulo da colisão do automóvel com o ônibus.

Quem estava com Rincón no carro?
Segundo a imprensa boliviana, duas mulheres foram vistas saindo de dentro do carro e se aproximando de um táxi logo após o acidente.

Outras duas mulheres foram socorridas com ferimentos e identificadas como María Manuela Patiño, de 20 anos, e Lorena Cortés, 43. Elas fizeram o teste do bafômetro, que deu negativo.

Ainda segundo o El Tiempo, em depoimento à polícia, Cortés afirmou que Rincón dirigia o carro e que cinco pessoas estavam dentro do veículo. A identidade das outras duas pessoas segue como mistério.

Por se tratar de um acidente fatal, as provas e o desenrolar da investigação são mantidas sob sigilo.

Foi confirmado também que o motorista do ônibus, Jorge Eduardo Muñoz, teve uma fratura na perna e joelho esquerdos e passou por cirurgia. No momento, seu quadro de saúde é estável.

O condutor também foi submetido a um teste do bafômetro, que descartou que ele estivesse sob efeito de álcool no momento da batida. Com o choque, o ônibus teve sua frente destruída.

Um prédio entre as ruas 5 e 34 do bairro também foi atingido, e o carro onde Rincón estava teve o lado direito bastante danificado.

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