Aniversário do Tigre: Os 75 anos de um amor com alma, garra e coração

O Criciúma Esporte Clube completa mais um aniversário atingindo uma marca histórica de associados e em busca de resultados positivos em campo


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Tiago Monte

Criciúma

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Um amor sem divisão. Mais do que isso: com alma, garra e coração. Nesta sexta-feira, dia 13 de maio, o Criciúma Esporte Clube completa 75 anos e chega nessa marca em um momento de otimismo entre os torcedores. Prova disso é o número de 13 mil associados que o clube atingiu nos últimos dias. Isso tudo é fruto da dedicação do presidente Anselmo Freitas – e da atual diretoria – que buscam reaproximar o clube da torcida. “Temos muito a agradecer a todos esses sócios. Em dezembro de 2020, eram apenas 900 associados, agora são mais de 13 mil. É um orgulho esse pulo e isso mostra que o torcedor confia muito no nosso trabalho, não apenas em mim, mas em toda a diretoria”, comenta Freitas.

Para chegar até aqui, tudo começou na área central da cidade em 1947. Sem um time de futebol organizado e longe das vilas operárias, rapazes do Centro de Criciúma somente assistiam o futebol de times como Ouro Preto, Atlético Operário e Próspera, formados em empresas mineradoras de carvão na década de 1940.

Cansados de serem meros expectadores, onze destes jovens da área central formaram o Comerciário, em 1947. Dois anos mais tarde, a equipe goleou o Atlético Operário por 6 a 1 e conquistou o primeiro título, o torneio da Liga Atlética da Região Mineira (Larm), repetindo a façanha em 1950 e 1951, chegando ao tri-campeonato.

A maior conquista, porém, viria apenas em 1968, quando o time, que tinha Valdomiro Vaz Franco no elenco, levantaria o troféu de campeão estadual. “Para mim é um orgulho muito grande estar no comando do clube neste momento. Eu comecei acompanhando o clube em 75, 76, na época do Comerciário, quando eu era gandula. Isso na época em que podia pegar a gurizada para ser gandula, hoje é tudo profissionalizado. Eu me recordo que o presidente era o seu Osvaldo Patrício de Souza e a gente não tinha dinheiro para entrar, os meus pais não gostavam de futebol, e eu queria assistir ao jogo sozinho e acabava o seu Osvaldo colocando eu e mais diversos meninos para dentro do campo”, relembra o presidente Anselmo Freitas.

Em 1968, a conquista do Estadual

Em 1968, o Comerciário chega a primeira grande conquista: o campeonato estadual. Na época, surgia Valdomiro Vaz Franco que depois foi negociado com o Internacional de Porto Alegre. A taça do Catarinense veio depois da vitória por 2 a 0 em um jogo extra contra o Caxias de Joinville, no Estádio Adolfo Konder, em Florianópolis. O time campeão tinha: Batista; Alemão, Lili, Conti e Toco; Bita, Ivanzinho e Sado; Valdomiro, Chiquinho e Bossinha.

*A matéria completa está no jornal TN deste final de semana

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