A maratona reservada ao Tigre

Equipe deve fazer 11 partidas no mês de julho. Será um jogo a cada três dias, em média. Técnico admite até o uso do time Sub-20 em alguns confrontos


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Tiago Monte

Criciúma

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Amanhã, o Criciúma enfrenta o Náutico, em Recife, pela Série B do Brasileiro. Neste mês de junho, o Tigre entrou em campo oito vezes, contando o jogo de amanhã. Uma média de um jogo a cada 3,75 dias. A maratona, entretanto, deve aumentar no mês de julho. Contando as Séries B do Brasileiro e do Catarinense, o time poderá jogar até 12 vezes no próximo mês. O que daria um jogo a cada 2,75 dias.

A sequência de jogos inicia sábado contra o Ituano, depois passa pelo confronto com o Nação, no dia 6, Vasco, no dia 9, Carlos Renaux, no dia 12 e Ponte Preta, no dia 16. No dia 10 de julho, o Tigre deveria jogar contra o Blumenau e, no mesmo dia 16, contra o Guarani, de Palhoça. Ambos os confrontos pela Série B Estadual. Porém, não deve haver tempo suficiente para os confrontos – sendo que o jogo contra o Guarani está agendado para a mesma data do jogo contra a Ponte Preta, pela Série B nacional.

A intenção da Federação Catarinense de Futebol é que o Criciúma consiga cumprir todos os jogos restantes da primeira fase da Segundona, ainda em julho, podendo jogar a primeira partida das quartas-de-final da competição no último dia do mês que vem. Caso isso aconteça, o técnico Cláudio Tencati não descarta a escalação do time Sub-20 em um dos jogos. “O mês de julho, e também agosto, será de ‘vâmo que vâmo, fé em Deus e pé na tábua’, porque serão pesados. É jogo em cima de jogo. Inclusive, nós estamos com uma briga ferrenha com a Federação Catarinense, porque eles estão querendo, em uma semana, acumular dois jogos do Estadual com dois do Brasileiro. Aí é aquilo: vai chegar um momento que vamos ter que colocar o Sub-20 para jogar o Estadual, senão não teremos opção para o Brasileiro e ficará muito complicado, mas vamos jogo a jogo”, diz o treinador.

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