A chegada da esperança de gols para o Criciúma

Thiago Alagoano é apresentado oficialmente pelo Tigre e destaca que pode atuar como o “9” que o clube procura. Escolha pelo Tricolor Carvoeiro leva em consideração a grandeza e a torcida do clube


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Tiago Monte

Criciúma

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O maior artilheiro da história do Brusque, agora é carvoeiro. Thiago Alagoano, de 32 anos, foi apresentado oficialmente ontem como novo reforço do Criciúma para essa temporada. Após uma passagem rápida pelo Inter de Limeira, onde atuou no Paulistão, o atleta volta a Santa Catarina e explica por que escolheu o Tigre. “A grandeza do clube, a estrutura que o Criciúma dá para todos os atletas. Quando cheguei aqui já fiquei muito surpreso. Já tinha vindo jogar amistosos aqui e falei que um dia jogaria aqui. Hoje estou aqui e feliz”, destaca.

Ele pode ser o “9” que o técnico Cláudio Tencati tanto deseja para as disputas da Série B do Brasileiro e da Segunda Divisão do Catarinense. “Jogo de 9. Inclusive, na Série C, fui o artilheiro, jogando de ‘9’. Aconteceu uma fatalidade com o Edu (hoje no Cruzeiro, na época jogador do Brusque) e tive a oportunidade de jogar como centroavante. Fui feliz. Fiz 12 gols na Série C e 21 na temporada. Jogo como ’10’, de ‘beirada’ e de ‘9’”, pontua.

Na semana passada, durante o jogo-treino com o São José (RS), o presidente Anselmo Freitas divulgou que o clube estava trazendo um artilheiro, um jogador diferenciado. Thiago não se assusta com a responsabilidade. “É bom. Eu gosto de cobrança. Eu sou um cara motivado e isso me faz motivar ainda mais. Eu não vou fugir das pretensões do clube: subir no Catarinense e beliscar um acesso para a Série A. Com a grandeza desse clube, não pode ficar tanto tempo sem título. Tem quem discorde. É a opinião de cada um, mas a minha é essa”, declara.

A inusitada história que originou o nome do atleta

Ele atende por Thiago, mas, na certidão de nascimento, o nome é Luiz Carlos. Uma história inusitada, que foi explicada pelo próprio jogador. “Por incrível que pareça, eu esperava que esse fosse a primeira pergunta. Foi culpa do meu pai. Minha mãe, por promessa, se eu nascesse bem e saudável, disse que eu seria Thiago. Ela falou ao meu pai e deu o papelzinho escrito: Thiago Marques Lima. Na hora de registrar, não sei o que o meu pai fez, olhou e não tinha nada a ver com o nome dele que é Luiz Antônio Marques. Ele pegou o papelzinho, jogou fora e disse: coloca aí Luiz Carlos Marques Lima. A pessoa do cartório disse: não era Thiago? Chegou em casa e deu confusão com a minha mãe. Por ser promessa da minha mãe, todo mundo me chama de Thiago. Nem meu pai me chama de Luiz. Ninguém entendeu nada, mas é isso”, finaliza.

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