SC é o segundo Estado com menor percentual de moradores com ‘nome sujo’

No entanto, quantidade de inadimplentes em Santa Catarina cresceu 1,5%; quatro Estados têm metade da população no vermelho

Foto: Divulgação

- PUBLICIDADE -

Santa Catarina é o Estado brasileiro com o segundo menor percentual de moradores inadimplentes, mostra novo levantamento do Serasa Experian. O estudo analisa a quantidade de pessoas no vermelho em todo o Brasil, no período entre janeiro e junho de 2022.

> Clique aqui e receba as principais notícias do sul catarinense no WhatsApp

- PUBLICIDADE -

Ao todo, considerando os dados do último mês de junho, 34,9% de toda a população catarinense está inadimplente. Isso significa quase 2 milhões de moradores do Estado estão com contas atrasadas. O número cresceu 1,5% se comparado aos dados de janeiro.

O título de UF (Unidade da Federação) com a menor concentração de pessoas que não conseguiram pagar as contas no prazo é carregado pelo Piauí. No estado nordestino, apenas 33,6% de toda a população está no vermelho.

O Amazonas tem a situação mais preocupante do ranking. Lá, a quantidade de adultos inadimplentes é maior do que a de adultos com as contas em dia. São, ao todo, 51,8% moradores com as contas no vermelho.

Também estão no topo da tabela os estado do Rio de Janeiro (49,6%), Amapá (49,3%) e Distrito Federal (49,2%).

Em seguida, aparecem outros Estados onde a parcela de inadimplentes é de praticamente metade dos adultos, como Rio de Janeiro, Amapá e Distrito Federal — os três com índices superiores a 49%.

O Rio Grande do Sul (36,3%) e Alagoas (36,8%) também figuram entra aqueles onde a maior parte da população está conseguindo dormir em paz com as contas.

*Via ND+

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O TN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.