Em retomada, indústria regional minimiza problemas e foca no crescimento

Pesquisa nacional apontou que de 25 setores industriais, 22 sofrem com a falta de insumos. Na região, abastecimento está em dia

Foto: Arquivo/TN

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Gustavo Milioli
Criciúma

A guerra na Ucrânia e os lockdowns em regiões industriais da China estão prolongando um problema que começou com a pandemia da Covid-19, em 2020. A escassez ou o encarecimento de insumos afetam 22 de 25 setores da indústria brasileira, revelou levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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No geral, para as indústrias da região, esse não é o principal problema. “O que tem pesado é o preço. A inflação está impactando bastante”, pontua José Carlos Sprícigo, vice-presidente regional Sul da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc).

Sobre a pouca disponibilidade de matéria-prima, os segmentos mais prejudicados
são o químico e o metalmecânico no Sul do Estado. “Ainda temos alguns gargalos localizados, mas não chega a impactar tanto. Notamos que o maior problema está na indústria automobilística, de caminhões. Eles estão passando sérias dificuldades. Mas, no geral, a indústria regional se mantém ativa”, informa.

Outros setores que mais se destacam na região são as indústrias cerâmica,
carbonífera, têxtil e alimentícia. “No caso da metalmecânica, aconteceram algumas dificuldades pontuais relacionadas ao abastecimento de alguns setores. Tivemos problemas
com a compra de produtos como argônio, pneus, entre outros componentes. Atrapalha, mas nada comparado à indústria nacional com a falta de insumos. O problema maior está na majoração dos preços, ocasionado pela inflação”, acrescenta o empresário.

Leia a matéria completa na edição desta quinta-feira, 28 do jornal impresso Tribuna de Notícias

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