Desejos e necessidades: em pauta o futuro da Amesc

Plano desenvolvido pela Unesc, em parceria com o Sebrae e municípios do Extremo Sul Catarinense, lista pontos fundamentais para o crescimento da região nos próximos 10 anos; iniciativa tem a participação direta da população

Foto: Nilton Alves/TN

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Tiago Monte
Araranguá

Como estará a região dos municípios do Extremo Sul Catarinense em 2032? Essa pergunta ainda não tem uma resposta. Porém, já há um planejamento e um olhar para o futuro. Os desejos e necessidades da Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (Amesc) estão sendo mapeados pela Unesc, em parceria com o Sebrae. As reuniões do chamado
Plano Amesc iniciaram em março e tiveram a participação de diversos responsáveis pela evolução da região. A conclusão dos estudos, com a elaboração de um caderno de compromissos, está prevista para dezembro deste ano.

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A iniciativa trabalhará os anseios do Extremo Sul para os próximos 10 anos. “A gente trabalha com um plano amplo. Não é só para o poder público. A gente não deixa isso acontecer, senão vira projeto partidário. E não é isso que a gente quer. Nós envolvemos o poder público, setor produtivo, universidade e a sociedade como um todo. Então, a gente tem esses quatro ‘atores’ que discutem o desenvolvimento, como um todo. Depois, a gente leva para um segundo que envolve poder público, universidade e setor produtivo.
Por isso, a importância desses caras estarem participando”, explica Thiago Fabris, professor e coordenador do Observatório de Desenvolvimento Socioeconômico e de Inovação da Unesc.

Iniciativa do estado
A intenção dos organizadores é fazer com que o projeto se torne um plano de Estado. “Quando a gente faz com que a comunidade ‘compre’ a ideia deste plano, deixa de ser um plano de governo e vira um plano de Estado, que é isso o que a gente quer. Se virar muito de um governo só, a gente sabe que é de um lado e não é isso que queremos”, explica Thiago.

O Plano Amesc trabalha com uma parte chamada “macro”, que engloba toda a região, mas também com as necessidades específicas de cada cidade. “São dois grandes grupos interrelacionados. A parte dos dados que existem disponíveis. A quantitativa: a gente pega dados com relação ao emprego, mercado de trabalho, como um todo, nível salarial, produtividade, população, educação e saúde. Então, toda a parte socioeconômica que envolve o desenvolvimento dos municípios”, detalha.

Os principais pontos levantados pelo princípio do estudo
As primeiras reuniões já deram uma boa ideia dos desejos da população da Amesc. “São
dois grandes aspectos. E isso permeia vários outros setores. O primeiro deles é a parte turística. Praticamente todos os municípios pensam em se desenvolver turisticamente. É um projeto que a gente tenta vincular. No todo, temos os potenciais de cada município, mas com projeto global de turismo. Não é só Praia Grande ou Timbé. Tem que explorar a região, como um todo, no macro”, pontua Thiago.

Leia a matéria completa na edição desta segunda-feira, 15 do jornal impresso Tribuna de Notícias.

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