Colégio Leme comemora a marca de 227 alunos aprovados em medicina

Uma das estudantes do colégio passou em três universidades

Foto: Divulgação

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Fundado em Criciúma há dez anos, o Colégio Leme se tornou uma referência em ensino para vestibulares de universidades federais e privadas. Principalmente na área de Medicina. Somente neste ano, foram 227 alunos da instituição aprovados no curso mais concorrido.

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“Estamos com ótimas perspectivas, já que nossos alunos foram muito bem no Enem”, adianta Leonir Maffioletti, fundador e diretor do Leme.

Outros 63 alunos que saíram direto do terceiro ano do Ensino Médio foram aprovados. “Esses alunos saem direto do Ensino Médio para a faculdade de Medicina, que é a mais concorrida atualmente”, ressalta Maffioletti.

Apesar da Medicina ser o motivo da procura de muitos alunos, outras áreas também são visadas pelos estudantes. “O foco não é só Medicina, aqui passam alunos em engenharias, em Psicologia, em Jornalismo e em Direito”, atesta.

O restante dos alunos aprovados faziam parte dos semi e extensivos do Leme, que são cursos que reforçam os conteúdos e elencam os principais assuntos abordados no Enem e em vestibulares. Além disso, a instituição também investe em ensinos na área de empreendedorismo, educação financeira e sustentabilidade, por exemplo.

Para o diretor, o foco no ensino intensivo traz resultados devido ao formato pedagógico. “Os alunos trabalham os assuntos com avaliações semanais onde o aluno demonstra seu conhecimento. No terceirão, é feita uma revisão de todos os conteúdos do Ensino Médio”.

Aprovada em três universidades

Nicoly Ferro Hoffmann, de 17 anos, foi estudante do Leme e passou para Medicina em três universidades: Universidade Católica de Pelotas (UCPel), na Unesc e Unisul. A sua escolha foi estudar em Criciúma, onde nasceu. “Eu vou entrar em fevereiro”, conta.

Nicoly descobriu o interesse pela área no terceiro ano do Ensino Médio. “Antes eu não tinha muita ideia do que queria. Era bem indecisa em decidir a minha profissão. Depois, eu optei por Medicina”, revela.

 

Para chegar aonde chegou, foram necessárias muitas horas de estudos. “Minha rotina sempre foi bem puxada. Por morar em Orleans, eu tinha que acordar às 5h e ir de ônibus até o colégio”, relembra, ainda contando que “quando eu voltava para casa depois da escola eu passava a tarde inteira estudando. Desde o primeiro ano, nunca faltou conteúdo”, afirma.

Também foi preciso abrir mão de algumas experiências. “Foram longas tardes de estudo, noites sem dormir direito e muitos finais de semana que eu não consegu

Nicoly não esperava passar em três vestibulares – Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal

sair, mas valeu à pena, porque passar em três faculdades direto do terceirão não é nada fácil. Não esperava todo esse resultado. Foi uma experiência muito boa”, conta.

Outro aluno que saiu direto do terceirão foi Luís César Donadel, de 18 anos e natural de Criciúma. Ele passou em 1° lugar para Medicina na Unesc. “Estudava todos os dias para os conteúdos das provas da semana”, revela. Suas aulas também começam em fevereiro. “Tenho altas expectativas para as aulas” confessa. 

Além da dedicação aos estudos, Luís também pensa que o ensino do Leme foi um ponto motivacional. “Há um diferencial no jeito do ensino que permite que as aulas sejam 100% focadas na explicação, dando mais liberdade ao professor”, conclui.

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