Operação:delegado revela que carne foi vendida para restaurante de Içara

De acordo com um dos delegados da Operação Hefesto, Ulisses Gabriel, um homem que foi preso na manhã desta quarta-feira, 06, era o intermediador das vendas

Foto: Divulgação/ Polícia Civil

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A Polícia Civil prendeu na manhã desta quarta-feira, 06, o último alvo da Operação Hefesto. Ele estava em Ilhas, na cidade de Araranguá. O homem é o sétimo preso da segunda fase da operação. A Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá cumpriu o mandado.

De acordo com um dos delegados da operação, Ulisses Gabriel, o preso teria vendido carne para um restaurante de Içara. “Ele era uma espécie de representante. Ele intermediava a venda de carnes com o pessoal do CTG (CTG Herança do Velho Pai)”, revela. A prisão faz parte da segunda fase da investigação, onde sete pessoas foram indiciadas em uma denúncia da Promotoria de justiça, que também requereu a prisão preventiva deles.

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“Eles vão responder a esse processo, que é um dos que tem contra eles. Já foram denunciados pelo Ministério Público a outros três inquéritos policiais que estão tramitando. Um para apurar receptação de gado furtado, comércio e vendas de armas e organização criminosa. Há outro inquérito que apura lavagem de dinheiro e um terceiro por usura pecuniária (agiotagem)”, afirma o delegado.

 Entenda o caso

A operação visou cumprir diversas medidas cautelares decorrentes de duas investigações iniciadas em maio de 2021, que acabaram se conectando, onde se apuravam crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, receptação, furto de gado, venda de carne de equinos/mula moídos para consumo humano, posse e venda de armas, venda de produto veterinário falsificado e organização criminosa.

A maioria das buscas foi concentrada no bairro Frasson, em Morro da Fumaça

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