Rafael Matos: Mais mobilização pela UFSC em Araranguá

Confira a coluna completa no Jornal Tribuna de Notícias


- PUBLICIDADE -

As soluções para a continuidade do curso de Medicina da UFSC de Araranguá vão precisar de um empenho conjunto das lideranças políticas do Estado. Só com a vontade dos gestores das universidades, dos professores, funcionários e estudantes o problema está longe de ser resolvido. É preciso mobilizar mais. Principalmente aqueles que estão alinhados com o Governo Federal.

A reitoria da UFSC já garantiu que o curso não será fechado, mas há problemas para que os semestres letivos avancem. No momento não há professores e técnicos suficientes para que as turmas passem do atual sexto semestre.

- PUBLICIDADE -

Os dirigentes da universidade promoveram uma reunião virtual ontem com o senador Jorginho Mello (PL). Ele que agora é o vice-líder do governo no Senado, e já era o vice-líder no congresso, disse que ainda desconhecia a situação. Ou seja, é preciso fazer mais barulho para que o assunto chegue ao conhecimento de quem precisa.

O presidente da Aciva, Alberto Sasso, também foi convidado para participar do encontro. A entidade, que desde o início sempre atuou pela instalação do curso na cidade, trouxe à tona o problema da iminente paralisação. “Nós explicamos a ele (ao Senador) que um curso como de Medicina da UFSC não reflete somente na questão educacional, mas praticamente em toda a população que utiliza os serviços públicos de saúde, pois os alunos e professores tem prática nas Unidades Básicas de Saúde e hospitais públicos”, acrescenta.

Da reunião, o saldo foi que Jorginho se comprometeu em levar a demanda ao Ministério da Educação e Ministério da Economia, na tentativa de buscar a liberação para a contratação destas vagas. Mas outros precisam ser informados do problema. Sem pressão tudo é mais complicado.

A coluna completa você lê na edição do Jornal Tribuna de Notícias desta segunda-feira

-- PUBLICIDADE --
Compartilhar

NOTA: O TN Sul não se responsabiliza por qualquer comentário postado, certo de que o comentário é a expressão final do titular da conta no Facebook e inteiramente responsável por qualquer ato, expressões, ações e palavras demonstrados neste local. Qualquer processo judicial é de inteira responsabilidade do comentador.