Pacote de ações para evitar tragédias em escolas tramita na Assembleia

Autora das propostas, Ada de Luca quer audiência pública e reação aos casos de bullying

Foto; Divulgação/ Alta Magagnin
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Um pacote de ações para aumentar a segurança nas escolas públicas de Santa Catarina foi anunciado nesta quarta-feira (19) pela deputada estadual Ada Faraco de Luca (MDB). O principal objetivo é evitar tragédias, como a que aconteceu em Saudades. “Até agora, sinto um misto de tristeza e de revolta. É fundamental transformarmos essa indignação em reação, disse Ada.

Integrante da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, Ada propõe a realização de uma audiência pública para discutir o controle de acesso e segurança nas escolas, além das propostas de inclusão dos estudantes e o protocolo em reação aos casos de bullying.

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Dois pedidos de informação sobre o projeto Ronda Escolar, da Polícia Militar, foram aprovados. Também foi aprovado pela Assembleia, e já está sendo realizado pelo governo do Estado, um trabalho de atendimento multidisciplinar em saúde para a população de Saudades.

BULLYING

Ada desperta a reflexão sobre o suposto caso de bullying, apontado como gatilho do crime. “Ele não teve coragem de atacar pessoas adultas. Atacou anjos. Foi frio e cruel”, disse a deputada.

Ex-secretária de Estado da Cidadania e Justiça, a parlamentar pediu informações sobre a aplicação da lei de 2009, que instituiu o Programa de Combate ao Bullying nas Escolas de Santa Catarina.

“Não se faz segurança apenas com repressão. Nós precisamos de políticas públicas que insiram os jovens na sociedade. Isso se chama pertencimento. Essa questão do bullying, precisamos melhorar as maneiras de identificar e combater esse problema”, disse.

TRANSPARÊNCIA

Além das propostas já apresentadas, Ada lembra a importância do Portal da Transparência das Escolas Públicas de Santa Catarina, apresentado pela deputada e recentemente transformado em lei.

“Seja lá quem for o responsável pela criança ou pelo adolescente, ele quer segurança. Como que uma mãe vai trabalhar com medo se o filho está bem ou não? Muitas pessoas me ligaram fazendo essa pergunta. E eu estou respondendo com as ferramentas que são permitidas para uma deputada estadual”, disse Ada.

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