O Supremo apequenado

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O Brasil não está de luto apenas pelas milhares de vítimas desta maldita pandemia. Há outro vírus que está deixando os brasileiros cobertos de preto. Com a decisão – como a que julgou suspeição do ex-juiz Sérgio Moro, o herói da Lava Jato – ministros desonram a toga e ferem a credibilidade da Suprema Corte perante à nação brasileira.

Caminha célere ao lado da tragédia da Covid-19 o flagelo de decisões inconstitucionais, politiqueiras e estapafúrdias de ministros.

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O ex-juiz Sérgio Moro lavrou mais de 70 sentenças, todas confirmadas pelo Tribunal Regional Federal de Recursos e pelo Superior Tribunal de Justiça, várias com sentenças irretocáveis e as penas ampliadas.

Competente, ético sim, corajoso e independente, desbaratou a maior quadrilha atuante dentro do governo da história do Brasil, implodindo o maior escândalo de corrupção da história mundial. Seu primeiro erro foi ter renunciado à magistratura para assumir o Ministério da Justiça, ainda que a intenção fosse nobre e patriótica. O segundo foi aceitar a mordida da mosca azul e usar o Ministério como plataforma da campanha presidencial. Amador em política, podia estar hoje honrando o Direito e a Justiça como ministro do Supremo Tribunal Federal. Fez opções equivocadas e despediu-se pela porta dos fundos.

Sua missão como juiz da Lava Jato, contudo, está inscrita como capítulo mais importante de moralidade pública e Estado de Direito da história do Brasil no século XXI.

Moro condenou o ex-presidiário de forma incontestável, como provam as confirmações em duas instâncias superiores. E como comprovaram as centenas de recursos contra suas decisões impetradas nos Tribunais superiores e até no próprio Supremo, todas rejeitadas.

Aí, vem um ministro do STF, com processo engavetado em mais de dois anos, assume a defesa do ex-condenado e cancela tudo com discurso em que debocha da inteligência do cidadão brasileiro.

O que dizer as novas gerações, formadas na educação familiar e escolar, pela ética, honestidade e respeito às leis? Gilmar Mendes e companhia confirmaram: o crime compensa.

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