Usina é responsável pela reciclagem de resíduos de construção civil

Investimento é da empresa EcoFaq, localizada em Cocal do Sul. Materiais descartados são transformados em pó de brita, brita e rachão

Foto: Divulgação/ EcoFaq
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Criciúma

A reciclagem é parte essencial do processo de conscientização e preservação ambiental. E, com o passar dos anos, muitas empresas têm buscado investir em projetos que beneficiam esse cuidado com a natureza. Com sede em Cocal do Sul, a EcoFaq, gerenciadora de resíduos sólidos e líquidos, é um exemplo disso.

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Os proprietários da empresa investiram em uma usina de reciclagem e britagem de resíduos de construção civil há cerca de cinco anos. Os materiais recolhidos passam por uma triagem e são encaminhados até um britador – com capacidade de processar 60 toneladas por dia – que desagrega o material. Os resultados alcançados com a aquisição já são satisfatórios, principalmente quanto ao cuidado com a natureza.

“A ideia de investir nessa usina é exatamente contribuir com o meio ambiente. Todo o resíduo de construção civil tinha um destino de aterro, ou seja, qualquer lugar que tivesse disponível, o pessoal colocava. Não tinha uma destinação definitiva, por mais que os locais poderiam ser licenciados, não é a solução correta aterrar. Sem contar que depois de depositar na caçamba, que é coletado e transportado, ele ainda contém impurezas do tipo misturas entre metal, papel, ferro e papelão”, explica a sócia-proprietária da EcoFaq, Daniela Faquin.

Após passar pela desagregação do material, pequenas partículas metálicas ferruginosas que possam estar misturadas ao material são retiradas através de um eletroímã localizado na saída do britador. Após isso, o material é encaminhado à peneira vibratória, que fará a classificação do material pela sua granulometria. São produzidos três tipos de agregado: pó de brita, brita e rachão.

“A gente costuma ver onde a pessoa vai usar e orientar, o material só não é indicado para estruturas, fora isso, pode-se usar onde desejar. É muito bom para escoamento de estradas, pavimentação, na área de rejunte de lajotas. Nosso interesse surgiu para acabar com o envio desses resíduos de construção civil para qualquer lugar, hoje a gente caminha para isso, nosso futuro não vai ser mais aterro, vai levar um tempo, mas a ideia é reutilizar tudo que for possível de resíduos”, acrescenta Daniela.

 

 

 

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