Turismo de inverno na Serra catarinense deve reverter perdas de 2020

Região registrou diversos pontos de neve e chuva congelada nos últimos dias

Fonte: Rede Catarinense de Notícias
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Quase seis em cada dez catarinenses pretendem viajar assim que a pandemia estiver controlada, aponta pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de SC (Fecomércio/SC) divulgada nesta terça-feira (29). Os dados sinalizam que a Serra pode ser o principal destino, já que a perspectiva de viagem do consumidor e o perfil do turista na Serra Catarinense são convergentes. Com a previsão de frio intenso, esta temporada de inverno pode reverter os prejuízos do ano passado.

Segundo a pesquisa, 40,8% estão realizando planejamento financeiro para viajar – 30,6% estão efetivamente guardando dinheiro e outros 6,1% estão aguardando receita extra como 13º salário, restituição do Imposto de Renda ou aumento salarial.

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Uma pequena parcela de consumidores (4,1%) pretende parcelar as despesas de viagem, destacando a importância do crédito nas despesas eventuais, uma vez que as famílias consideram o endividamento como parte do planejamento orçamentário.A idade média dos consumidores que pretendem viajar é de 34,7 anos. Em relação a escolaridade, 63,2% não tem ensino superior e 36,8% tem.

A renda média mensal familiar do grupo ficou concentrada nas faixas entre R$ 2.204 e R$ 5.509 (43,5%), R$ 1.103 e R$ 2.203 (26,9%) e R$ 5.510 a R$ 8.812 (16,6%). Com 87% de participação, as famílias são o principal público – mais da metade (51,8%) são casais com filhos.

Perfil do turista 

Os grupos de viagem são formados por famílias (46,8%), com 4,5 pessoas em média.

Convertendo em valores atuais, a faixa de renda média mais frequente foi entre R$ 2.204 e R$ 5.509, com 29% de participação, seguida pela faixa de R$ 5.510 a R$ 8.812, com 23%.

O principal meio de transporte utilizado é o veículo próprio (81%), que está relacionado à origem dos turistas – 66% são de SC.

Nas últimas temporadas*, a média geral dos gastos foi de R$1.112, em valores atuais. Os gastos com hospedagem (R$ 728) foram os mais expressivos, seguido dos gastos com o transporte (R$ 400), alimentação e bebidas (R$ 330) e compras no comércio (R$ 240). Mais da metade (57%) dos visitantes entrevistados realizaram compras no comércio local, 96% gastaram com alimentação, 97% com transporte e 56% com hospedagem.

*Por conta da pandemia, os dados com consumidores não foram levantados na pesquisa de 2020, por isso, não foram considerados nas médias citadas acima. Veja os dados da temporada passada.

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