Sul em Ação: TN completa dois anos de comprometimento com o Sul

Consolidado no mercado, jornal tem o reconhecimento de assinantes, leitores e parceiros comerciais pela credibilidade. Pautas continuam voltadas para o crescimento do Sul

Foto: Guilherme Cordeiro/TN
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O Jornal Tribuna de Notícias completa nesta sexta-feira dois anos de existência. Para comemorar a data, foi criado um caderno especial de 33 páginas contando para os leitores os avanços da região Sul catarinense neste período, envolvendo todos os setores. O especial completo está na edição impressa, ou no TN Digital, deste final de semana.

Um projeto audacioso, que mudou a comunicação do Sul Catarinense. Há dois anos, a região ganhava um jornal novo. Moderno. E principalmente, preocupado com o crescimento regional onde está inserido.

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Da união de forças dos jornais A Tribuna e Diário de Notícias, que por anos prestaram à população o serviço de elevar os pontos positivos da região e de ser voz ativa nas cobranças, surgiu o Tribuna de Notícias, que manteve a missão de buscar o avanço regional, mas desta vez, mais forte, no patamar dos maiores periódicos de Santa Catarina.

Dois anos depois, o Tribuna de Notícias está consolidado no mercado. Reconhecido pelos assinantes, leitores e parceiros comerciais pela credibilidade. Pela inovação. “Nestes dois anos, desde a união dos dois jornais, foi um projeto muito audacioso de se fazer. Um projeto de muita coragem. A nossa bandeira é o jornalismo regional. Mostrar os problemas da nossa região, da nossa cidade. Estar ao lado do povo. Esse é o nosso objetivo.

Jornalismo sério. De verdade. Com responsabilidade”, conta o diretor Geral do Grupo SL de Comunicação, Edson da Soler. Nesta trajetória, inúmeras pautas foram produzidas. Das positivas, que reforçam o compromisso do veículo de comunicação com o leitor e com a região, e as negativas, que ninguém gosta de noticiar, mas necessárias, na missão diária de informar.

Entre essas notícias que gostaríamos que não existissem, está uma pandemia que mudou a vida de todos. Inclusive, a própria maneira de fazer jornal. E que fortaleceu ainda mais os laços do TN com o leitor. “Quando se faz as coisas com o pé no chão, responsabilidade, com ética, com respeito ao cliente, ao assinante, a gente chega nos nossos objetivos. Foi um momento muito delicado de março do ano passad até hoje e a gente ainda não sabe até onde vai. Mas graças a Deus, com a colaboração de toda a equipe do nosso jornal, jornalismo, comercial, financeiro, telemarketing, entregadores, estamos conseguindo passar por esse momento delicado. Não podemos nos queixar, porque todos os dias, são feitas assinaturas novas. Se acontece isso, é porque estamos fazendo um bom produto”, revela o diretor.

Mudança e crescimento

Neste período, enquanto gigantes da comunicação catarinense fecharam as portas, o Tribuna de Notícias cresceu. Se adaptou ao momento, indo cada vez mais, ao encontro das necessidades da região.

“A gente consegue ter um feedback quando vai dar certo. O feedback é o assinante. A gente tem que dar uma repensada. O jornal tem que estar mudando. Mudar o layout. A mesma coisa sempre, enjoa para o assinante. Às vezes é uma cor. Uma letra. Algum detalhe. Mas tem que estar mudando. Desta forma, a gente vem crescendo todo mês, mesmo com tudo isso que aconteceu no Brasil de dois anos para cá. Instabilidade tanto na economia quanto na pandemia. Mas acredito que estamos no caminho certo. Fizemos algumas mudanças. De ter os colunistas sociais e regionais em algumas cidades com o social e o político. E estamos acertando nesta estratégia”, afirma da Soler.

Trabalho quase ininterrupto 

Um trabalho árduo. Produzir o jornal é uma tarefa quase que ininterrupta.
“Acredito que está funcionando muito bem, pelos resultados que nós vemos. Não tem o que inventar. A roda já está pronta. É fazer as coisas certas, mostrar coisas que tem que mostrar. Já perdi muitos amigos por falar a verdade. E amigos de anos em todos os lugares da região, por ter um veículo de comunicação, e eu pago um preço por falar a verdade. Das pessoas misturarem as coisas. Isso, a gente fica muito triste. Mas quem está na chuva é para se molhar. Eu escolhi a comunicação. Não foi um, nem dois nem três. Foram vários amigos. Por achar que não era para ter feito determinadas matérias. Mas aqui fazemos tudo com ética e responsabilidade. E as nossas matérias são verdadeiras. Doe a quem doer. Goste ou não goste”, completa o diretor.

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