SC: retomada a vacinação em gestantes e puérperas com comorbidades

Em reunião realizada no início da tarde desta quarta-feira, 12, com profissionais de diversas áreas da saúde, decidiu retomar a vacinação com as vacinas Coronavac e Pfizer. A aplicação de doses da vacina AstraZeneca/Fiocruz, neste momento, para este público, permanece suspensa

Foto: Divulgação/ Jornal a tribuna do vale
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A Secretaria de Saúde de Santa Catarina (SES/SC), em reunião realizada no início da tarde desta quarta-feira, 12, com profissionais de diversas áreas da saúde, decidiu retomar a vacinação de gestantes e puérperas com comorbidades com as vacinas dos laboratórios Sinovac/Butantan e Pfizer. A aplicação de doses da vacina AstraZeneca/Fiocruz, neste momento, para este público, permanece suspensa.

Para as gestantes e puérperas sem comorbidades,a imunização, com qualquer vacina contra a COVID-19, fica temporariamente suspensa. A decisão segue orientação do Programa Nacional de Vacinação (PNI), do Ministério da Saúde. As orientações do estado para os municípios catarinenses estão na Nota Técnica 19 – DAPS/DIVE/DIVS/SUV/SES.

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“Considerando que o risco benefício da vacinação deste grupo é altamente favorável e tem como principal objetivo proteger grávidas e puérperas, o estado optou por seguir a recomendação do Ministério da Saúde e dar continuidade à vacinação de gestantes e puérperas com comorbidades com as outras vacinas que temos à disposição neste momento”, esclarece o superintendente de vigilância em saúde, Eduardo Macário.

Para que possam ser vacinadas, as gestantes e puérperas com comorbidades devem comprovar a condição de risco (comorbidade) por meio de relatório médico com a prescrição da vacina COVID-19, após análise conjunta entre médico e paciente, da avaliação de riscos e benefícios do uso da vacina.

Com relação às grávidas e puérperas que já tomaram a primeira dose da vacina do laboratório AstraZeneca/Fiocruz, a Secretaria de Saúde aguarda recomendações do Programa Nacional de Vacinação (PNI), do Ministério da Saúde. Até que isso ocorra, a aplicação da segunda dose da vacina deste fabricante fica suspensa.

A SES também orienta, na Nota Técnica, que os municípios monitorem as gestantes e puérperas que já receberam as vacinas contra a COVID-19, notificando imediatamente quaisquer Eventos Adversos Pós-Vacinação.

Entenda o caso

No dia 11 de maio de 2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão da vacinação de gestantes contra a COVID-19 com a vacina AstraZeneca/Fiocruz como medida de precaução e, com base na indisponibilidade de dados mais robustos relacionados à segurança de uso dessa vacina nessa população.

Esta recomendação é resultado do monitoramento contínuo de eventos adversos das vacinas contra a COVID-19 em uso no país realizado pela Anvisa, que identificou uma suspeita de evento adverso grave envolvendo gestante que recebeu a vacina Oxford/AstraZeneca/Fiocruz.

Dessa forma, o PNI, em atendimento a orientação da Anvisa, comunicou a suspensão temporária da vacinação de gestantes e puérperas com as vacinas COVID-19 produzidas pelo laboratório Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. De forma adicional, orientou também a suspensão temporária da vacinação de gestantes e puérperas sem comorbidades com qualquer imunizante.

Via Dive 

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