SC: Estado e municípios definem regras da aplicação da 3ª dose da vacina

O objetivo é proteger aqueles acima de 70 anos e imunossuprimidos, principalmente, para evitar o adoecimento desse público em meio à chegada da variante Delta da Coronavírus

Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

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A Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que reúne gestores de saúde estaduais e municipais, discutiu em reunião nesta terça-feira (24) a aplicação de 3ª dose ou dose de reforço da vacina contra a Covid-19 para idosos que já cumpriram o esquema vacinal há mais de seis meses. O objetivo é proteger aqueles acima de 70 anos e imunossuprimidos, principalmente, para evitar o adoecimento desse público em meio à chegada da variante Delta da Coronavírus a Santa Catarina.

Os gestores firmaram o consenso de, a partir de setembro, dividir as doses de vacina que chegarem ao Estado entre os adolescentes, que tiveram sinal verde para iniciar a imunização nesta terça, e o público de idosos que receberam a segunda dose há mais de seis meses. Pela proposta, as cargas de vacina entregues ao Estado serão repartidas pela metade: 50% para cada grupo.

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O acordo também prevê uma reanálise da proposta a partir da percepção da situação epidemiológica da Covid no Estado e do quantitativo de vacinas oferecidas pelo Ministério da Saúde.

Os gestores pediram cautela na divulgação das informações para não gerar pressão sobre o sistema de saúde. Isso porque, na prática, o início da aplicação da dose de reforço ainda não tem data para começar, nem quantitativo de público-alvo.

Para levantar esses dados, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizará um estudo nas próximas semanas a fim de verificar quantas pessoas estão com as duas doses recebidas há mais de seis meses e em situação de imunossupressão.

O objetivo, por enquanto, é focar no público acima de 70 anos. A SES trabalha com informações de que as vacinas perdem parte da eficácia após seis meses da imunização. Além disso, a pasta analisa o aumento da participação de idosos na taxa de internação por Covid na rede hospitalar catarinense e os riscos de agravamento da saúde desse público.

A partir da cobertura dos idosos acima desta faixa etária os gestores devem incluir a oferta de dose de reforço também para profissionais de saúde.

Via Rede Catarinense de Noticias 

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