Plano busca preservar os recursos hídricos da Bacia do Rio Urussanga

Documento apresenta ações e metas para serem executadas a curto, médio e longo prazo. Lançamento foi realizado na tarde dessa terça-feira, com a presença de lideranças regionais e estaduais, na sede da Amrec

Foto: Nilton Alves/ TN

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Criciúma

Um instrumento norteador, com olhares voltados à preservação dos recursos hídricos no Sul de Santa Catarina. Ontem, na sede da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), em Criciúma, o Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga foi oficialmente lançado pelo Comitê de Gerenciamento, em parceria com a Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema). O encontro reuniu diversos representantes dos segmentos que são beneficiados pela área de influência delimitada e lideranças.

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“Hoje é um dia importante para a Bacia do Rio Urussanga – que envolve vários municípios da região, porque apresentamos o Plano de Recursos Hídricos. É um documento que fez todo um diagnóstico ambiental, uma fotografia da região e um planejamento apontando metas a curto (2022), médio (2026) e longo prazo (2030), para serem executadas em um horizonte de aproximadamente dez anos”, explica o secretário-executivo do Meio Ambiente de Santa Catarina, Leonardo Porto Ferreira.

No documento, inúmeras ações para preservação dos recursos hídricos são elencadas por uma equipe técnica, responsável pelo desenvolvimento do projeto. “É para investir de forma correta, trazendo uma estimativa de orçamento e também dos projetos possíveis para serem aplicados já com a base do diagnóstico. Tudo isso foi desenvolvido de forma participativa com a população, não é um documento que foi só estudado e apresentado”, acrescenta o secretário-executivo da Sema.

Foram estabelecidos, no Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga, quatro objetivos, oito metas gerais e 14 ações, que se traduzem em 20 programas que deverão ser desenvolvidos ao longo dos próximos 10 anos.

Os quatro objetivos são: reduzir a criticidade do balanço hídrico qualitativo; reduzir a criticidade do balanço hídrico quantitativo; aumentar a resiliência frente aos eventos hidrológicos extremos e fortalecer a gestão dos recursos hídricos. Para cada um desses tópicos, foram definidas metas específicas, a serem executadas em diferentes horizontes temporais.

Segundo Ferreira, uma série de ações já está sendo desenvolvida pelos municípios. “As cidades têm investido em saneamento, drenagem urbana e, o Estado, no monitoramento da qualidade da água, por exemplo. O próximo passo, agora, é sentar com o Comitê de Gerenciamento da Bacia, definir as prioridades da ação e correr atrás para desenvolver e tirar do papel para que esse plano não fique só um livro, mas que vire ação de fato”, acrescenta.

Confira a reportagem completa na edição desta quarta-feira, dia 15, no jornal Tribuna de Notícias. 

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