Museu como Ativação resgata iniciativas de artistas criciumenses

Documentário conta com a participação de três artistas diferentes, e está aberto para todos que quiserem estudar sobre o assunto


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O projeto ‘Museu como Ativação’, criado por Maria Júlia Nandi Amboni e a amiga Elisa Correa, durante uma aula do curso de Artes Visuais, foi um dos projetos aprovados pela Lei Aldir Blanc no edital da Fundação Cultural de Criciúma (FCC). O objetivo foi resgatar as iniciativas de artistas criciumenses que ocuparam espaços alternativos, como interversões urbanas, tendo como exemplo o ‘pik nik coletivo’, a exposição ‘buuu!’, e o ‘coletivo laborativo’.

O ‘Museu como Ativação’ é uma espécie de documentário, contendo a participação de três artistas diferentes que foram entrevistados, sendo eles: Mahira Silveira do ‘pik nik coletivo’, Maurício Bittencourt um dos integrantes do ‘coletivo laborativo’, e Joélson Buggilla da exposição ‘buuu!’.

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“Perguntamos quais foram as dificuldades para esse projeto e o que deixou para a cidade, e porque foram criados, para poder entender e talvez motivar a vontade de continuarem projetos assim. São projetos que já existiram e que não existem mais. O piquenique ainda existe, mas queremos que outros artistas também se proponham a ter novas ideias”, explicou Maria Júlia. “Foi com esse objetivo e o de registrar esse material também, pois não encontramos nada falando sobre isso na cidade”, concluiu.

O material pode ser encontrado através do perfil do Instagram @museucomoativacao e pelo canal do Youtube: Museu como Ativação. “Ele está aberto para todos que quiserem estudar sobre isso, queremos que outros alunos do curso estudem, se inspirem e usem esse projeto como referência”, ressaltou Maria Júlia.

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