Mulheres transformam fios de lã em peças para doação

Idealizado por moradoras de Forquilhinha, projeto possui 12 integrantes e pouco mais de um mês de fundação

Foto: Divulgação
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Forquilhinha

Em meio à pandemia, projetos sociais têm sido fundamentais para apoio e acolhimento ao próximo. Em Forquilhinha, há pouco mais de um mês, um grupo de 12 mulheres se uniu para fazer o bem a quem precisa. Juntas, elas produziram 80 peças de tricô, que foram doadas à Cruz Vermelha de Criciúma – entidade responsável por distribuir às famílias em situação de vulnerabilidade na região.

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“Somos 12 mulheres e nós nos reunimos para troca de conhecimentos, nessa troca, foram confeccionadas 80 peças de tricô para nós doarmos. Tem sapatinhos, casaquinhos, meias, gorros e cachecóis”, explica Amélia Alves de Oliveira, membro do projeto Mulheres em Ação. “A maioria das integrantes é do grupo Encantos do Futuro e, com a pandemia, o projeto parou, porque não podíamos nos reunir”, acrescenta.

Coma as restrições devido à pandemia, o projeto Mulheres em Ação possui uma quantidade reduzida de pessoas, para evitar aglomerações. “O grupo de mães também está parado, não tinha mais onde as mulheres se encontrarem. Então reunimos apenas 12 mães para trabalhar para as pessoas que precisam”, pontua Amélia. “O nosso objetivo, quando criamos o grupo, foi de incentivar a parte social, ajudar as pessoas”, completa.

Além de criarem peças para doação, o grupo também troca experiências entre si. “Estamos ensinando algumas mães que precisam aprender, porque algumas não têm salário. Então as que sabem ensinam as que não sabem. Já fizemos tricô, salgadinhos, agora estamos fazendo bordado e, depois, faremos pintura em tecido. Nós vamos trocando conhecimento com as mães que não têm renda para futuramente essa experiência ajudar”, enfatiza Amélia.

O encontro do grupo acontece a cada duas semanas, ao lado da Igreja do bairro Cidade Alta, em Forquilhinha. “O nosso grupo de mães era muito ativo nessa questão social, no ano passado, entregamos peças para os moradores de rua e para o asilo São Vicente de Paula”, comenta Amélia.

Com o engajamento das participantes, a intenção é que o projeto seja mantido até mesmo depois da pandemia. “Esse grupo a gente criou com o objetivo de continuar, não só na pandemia. Como a maioria das mulheres é aposentada, tem duas ou três jovens só, a gente quer fazer a parte social mesmo, entregar essas peças para as entidades”, finaliza Amélia.

 

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