Impasses adiam a construção do Cristo Rei em Meleiro

Ministério Público investiga uma denúncia envolvendo questões ambientais

Foto: Bruna Borges/ Arquivo TN
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Meleiro

A construção da imagem do Cristo Rei, tão idealizada pelos moradores do município de Meleiro, no Extremo Sul (Amesc), passa por impasses que adiam o início da obra. Atualmente, para o projeto sair do papel, é necessária a liberação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), já que uma denúncia ambiental foi levada ao órgão há cerca de dois anos.

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De acordo com o presidente da comissão Pró-Cristo, Eder Mattos, a denúncia, à época, alegava que havia sido aberta uma estrada que daria até o Morro Geral, onde ficaria localizada a imagem. “Todo mundo sabe que aquela estrada existe há 80 anos”, pontua. “Portanto, a ideia persiste só tem esse impasse, que está parado com o Ministério Público”, acrescenta.

Desde então, a construção do Cristo Rei segue sem andamento. “Veio uma diligência de lá (Florianópolis) para que nós não mexêssemos em mais nada no terreno até julgar o caso. Passou o tempo, dois anos, e veio uma sentença pedindo para reflorestar o local e para eu pagar R$ 40 mil reais de multa”, explica o presidente.

Apesar das dificuldades, o projeto não foi esquecido. “A comissão pró-cristo está desmobilizada, mas persiste a ideia de construir o Cristo Rei, todos aguardam com ansiedade uma manifestação da justiça, que infelizmente, está adormecida”, desabafa Mattos.

O valor total da estrutura, que irá possuir 35 metros de altura, está avaliado em R$ 650 mil. O investimento, além de representar um impulso à religiosidade, também fortalece o turismo de toda a região. “Vai focar muito na nossa comunidade, sendo majoritariamente italiana e de região católica e, também, para o turismo, porque a imagem vai ficar localizada no Morro Geral, em cima da área urbana, daria um destaque, conciliado a nossa geografia, porque ela está entre a serra e o mar”, finaliza o presidente da comissão.

 

 

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