Içara entrega caixa organizadora para armazenamento de insulinas

Ao todo, mais de 400 diabéticos recebem o medicamento no município

Foto: Divulgação

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A Secretaria de Saúde de Içara iniciou a partir deste ano a distribuição de canetas de insulina para os diabéticos do município. Ao todo, são mais de 1,3 mil canetas de insulina neutral protamine Hagedorn (NPH) entregues para pacientes acima de 50 anos e mais 100 frascos para pacientes abaixo de 50 anos. Já na insulina regular, o consumo é de 150 canetas e 30 frascos. A distribuição das fitas de hemoglicoteste, fitas utilizadas nos aparelhos de monitorização da glicemia, passam de 24 mil entregues ao mês. Tudo isso é oferecido pelo programa Hiperdia. Para conservar esses medicamentos em casa, a Secretaria adquiriu caixas organizadoras, elas podem ser colocadas nas geladeiras das residências, armazenando melhor as insulinas.

“Mantendo o produto na geladeira e bem armazenado a validade acaba sendo bem maior. Hoje o programa atende 408 pacientes diabéticos que precisam usar a insulina para controlar a glicose no sangue. Estimasse que em toda a rede possua mais de 3 mil pacientes, entre os que usam insulina e os que fazem uso de medicamentos para o controle”, revelou a enfermeira do ambulatório insulino dependente, Ângela Maria Salvador.

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As insulinas são recebidas pelo Governo Federal, já as fitas e seringas, são compradas pelo Governo Municipal de Içara. “Os aparelhos são conectados no computador que fornece as medições da glicemia dos pacientes e assim abastecemos um sistema. Quando o paciente chega no posto para consulta, o médico já tem em mãos os dados do diabético”, contou o secretário de saúde do município, Sandro Ressler.

A diabetes é uma doença séria, por isso, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece informações e tratamento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são mais de 16 milhões de brasileiros convivendo com ela. “É necessário fazer exames periodicamente, mas os sintomas incluem aumento da sede, micção frequente, fome, cansaço e visão turva. Em alguns casos, pode não haver sintomas. As pessoas podem ter ainda fadiga, fome excessiva, sede ou sede excessiva. Também é comum ganho de peso, micção frequente, má cicatrização de feridas ou visão embaçada”, disse a enfermeira.

A glicemia de jejum normal é de até 99 mg/dl, por isso quando o valor está entre 100 e 125, a pessoa já se encontra na pré-diabetes. “Sempre falamos para os pacientes diabéticos, a medicação precisa ser aliada a alimentação e exercícios físicos”, concluiu Ângela.

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