Dia do Motorista: nas mãos e no volante, o impulso ao desenvolvimento

No domingo, data reforça a importância da valorização destes profissionais à sociedade

Foto: Guilherme Cordeiro/ TN
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Criciúma

Seja conduzindo um carro, ônibus, moto ou até mesmo um ônibus, os motoristas são responsáveis por movimentar a economia do país, transportando itens como insumos, medicamentos e comida. Embora a profissão seja essencial para o desenvolvimento, os trabalhadores estão expostos a riscos diariamente devido aos obstáculos que encontram nas estradas. Por isso, neste domingo, dia 25, celebra-se a importância da valorização e do papel desses profissionais à sociedade.

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De acordo com dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), 3.608.394 pessoas possuem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em Santa Catarina. Dessas, 1.877.421 tem a CNH na categoria AB, que permite aos condutores dirigirem tanto motocicletas como carros; e 1.277.392 estão habilitados a trafegarem veículos de quatro rodas, com até 3.500 quilos de peso bruto total (PBT).

Já na categoria C, que permite aos motoristas dirigirem caminhões, tratores, máquinas agrícolas e de movimentação de carga, são 35.989 em Santa Catarina. Carlos Alberto da Silva, de 57 anos, é um deles. O autônomo criciumense atua como caminhoneiro há pelo menos duas décadas e conta que o trabalho passa de geração em geração na família. “Eu herdei a profissão do meu pai e dos meus avôs”, conta o trabalhador.

Da Silva conta que já percorreu do Norte ao Sul do Brasil, mas hoje, prefere viagens com quilometragens curtas. “Eu optei por trabalhar mais próximo de casa e com um caminhão menor, mas já viajei por praticamente 16 anos para fora do estado”, acrescenta. Atualmente, o caminhoneiro presta serviço para uma empresa do município de Forquilhinha.

Apesar das dificuldades que a profissão oferece, a paixão pela vocação              sobressai. “Está no sangue, tem que amar a profissão, porque tem horas que dá muito estresse, então tem que gostar do que faz, senão não dá para trabalhar. Nós vivemos em um país que o caminhoneiro não é valorizado. Todas as pessoas querem se aproveitar, aí tem desincentivo. Alguns procuram na estrada divertimento, mas não é assim. Tem perigos na estrada, além de assaltos, acidentes, tem que contar com a sorte. Às vezes tu és bom motorista e é vítima de um mau motorista”, finaliza.

Números na região

Somente nas regiões Carbonífera (Amrec) e do Extremo Sul (Amesc), conforme dados do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Sul de Santa Catarina (Setransc), existem mais de 600 transportadoras de carga, que empregam, aproximadamente, quatro mil motoristas.

 

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