Criciúma: nova diretoria do Conselho Municipal de Saúde é empossada

Para Julio Cesar Zavadil, novo vice-presidente, o conselho tem encontrado irregularidades no serviço público de saúde

Imagem: Arquivo/Decom

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O Conselho Municipal de Saúde elegeu e empossou uma nova diretoria. A eleição foi feita no dia 13 de dezembro, mas, a posse foi realizada somente esta quarta-feira, 29, em uma reunião remota. A nova direção permanece pelos próximos dois anos.

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O novo presidente é Leandro Dias Machado, representando um laboratório da cidade. O vice-presidente é Julio Cesar Zavadil, que representa o Sindicato dos Vigilantes de Criciúma. Maria Rosa Fernandes Mendes é a nova secretaria geral e está representando a Associação dos Deficientes Físicos de Criciúma (Judecri). Já o novo tesoureiro, é Reginaldo Kjhelin Coelho, que representa o Sindisaúde.

Ao todo, são 72 conselheiros que fiscalizam as ações do governo de Criciúma na administração dos equipamentos de saúde. Segundo o presidente, o objetivo é garantir atendimento de qualidade para a população. “A gestão vai ser com esse pensamento: de diálogo, de tentar sempre trazer o melhor para o usuário do SUS. A gente sabe das barreiras que vamos ter nesse próximo biênio mas, acredito que, o conselho todo unido e todo mundo pensando junto, não gerar tanto embate e discussões vazias, eu acho que a gente vai conseguir uma maior qualidade do serviço de saúde do município”, confirma Dias.

Para Julio Cesar Zavadil, vice-presidente, o conselho tem encontrado irregularidades. “O conselho municipal tem fiscalizado as contas da prefeitura e encontrado diversas irregularidades” afirma. Zavadil também alega que existem irregularidades de informações em relação ao atendimento na Unidade Central de Saúde, que agora será administrado pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). “O número apresentado na Câmara de Vereadores para aprovação da lei, que seria de 1.050 atendimentos no mês e que a Unesc faria três vezes mais não são verdadeiros. A unidade do centro já chegou a fazer quatro mil atendimentos por mês. Ela produz (a unidade central) mais do que a Unesc está sugerindo produzir”, alega Julio. “A prefeitura se nega a fornecer as informações solicitadas pelo conselho e isto é crime de responsabilidade”, conclui o vice-presidente.

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