Covid-19 em SC: internações hospitalares caem 34% em quatro semanas

O número atual é o menor desde o mês de janeiro

Fonte: Rede Catarinense de Notícias

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O volume de internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em Santa Catarina caiu 34,1% nos últimos 30 dias, segundo boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (SES). O percentual corresponde à variação entre 1.854 registros de internação pela SRAG na semana epidemiológica 19 (correspondente ao final de maio) em relação às 1.221 internações da semana 23 (final de junho).

Segundo os dados da SES, os registros de internação caíram pela quinta semana consecutiva e atingiram o menor patamar desde a semana epidemiológica 4, registrada no final de janeiro, quando ocorreram 1.030. O volume também representa menos da metade dos registros de internação alcançados no pico da Covid-19, em março, com 3.250 internações na semana 9. Os dados da SRAG compreendem todas as síndromes respiratórias, inclusive Covid.

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A queda nas internações também aliviou a ocupação de UTI. Neste mesmo período, entre final de maio e final de junho, as internações em UTI tiveram retração de 36,2%: passaram de 491 para 290, segundo a SES. Este é o menor número desde final de janeiro, quando a semana 3 indicou 222 internações em UTI. As faixas etárias entre 40 e 59 anos tiveram queda e a faixa acima de 60 anos está em estabilidade, porém em patamar baixo.

Atualmente, a ocupação de leitos de UTI SUS adultos é de 79,8%. Os menores índices estão no Grande Oeste (69,4%), Sul (72,3%), Grande Florianópolis (72,3%), e Meio-Oeste e Serra (74,1%). Vale do Itajaí (80,5%), Planalto Norte e Nordeste (92,4%) e Foz do Rio Itajaí (96,9%) completam a lista.

A melhora dos indicadores é atribuída à imunização. “A vacinação tem um principal efeito que é a redução do número de casos graves e hospitalizações e óbitos. Até com a primeira dose já se consegue dar um certo nível de proteção para as pessoas a ponto de protegê-las dessa formação grave”, disse o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Eduardo Macário.

O resultado também melhora as condições dentro dos hospitais, diz Macário. “Os hospitais ficam mais vagas, os leitos ficam mais disponíveis e com isso as equipes têm mais capacidade de fazer os atendimentos, você tem à disposição mais insumos, os próprios profissionais de saúde estão mais descansados”, acrescenta.

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