Araranguá: capivaras são um show à parte na Lagoa da Serra

Presenciar a existência de capivaras na Lagoa faz parte da rotina dos funcionários da Samae que trabalham na Estação de Tratamento de Água

Foto: Divulgação/ João Carlos Silva

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Presenciar a existência de capivaras na Lagoa da Serra faz parte da rotina dos funcionários do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) de Araranguá que trabalham na Estação de Tratamento de Água (ETA II), situada às margens do manancial. A área possui diversificada fauna e flora, constituindo-se em habitat adequado para diversas espécies

As capivaras, que fazem também fazem parte da rotina dos moradores da comunidade e despertam curiosidade nos visitantes, especialmente entre as crianças, se reproduzem na água e a usam como defesa para se esconderem dos predadores. Elas também são conhecidas por dormirem submersas, deixando apenas o focinho fora da água. Na Lagoa da Serra, os animais podem ser vistos com mais facilidade logo pela manhã ou nos finais de tarde. A ETA II tem capacidade de tratar 166,66 litros de água por segundo de água, atendendo 35% dos consumidores do município.

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Nativa da América do Sul, a capivara, cujo nome científico é Hydrochoerus hydrochaeris, é um mamífero herbívoro que detém o título de maior roedor do mundo, podendo medir até 1,3 metros e pesar até 100 kg quando adulto. Porém, o peso médio é de 50 kg para as fêmeas e 60 kg para os machos.

Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), as capivaras são encontradas apenas em áreas como estuários (parte de um rio, próxima à foz no mar, onde a água doce se confunde com a salgada), pântanos, margens de rios e próximos de córregos, e são bastante sociáveis.

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