Dia das Mães: amor que ultrapassa todos os limites

Elas batalham, diariamente, em busca do melhor para oferecer aos filhos sem deixar de lado o afeto e o cuidado. Neste domingo, 9 de maio, é celebrado o Dia das Mães

Foto: Arquivo Pessoal
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Criciúma

Elas são sinônimos de afeto, segurança, amor e dedicação. Lutam e batalham diariamente para proporcionar, mesmo em meio às dificuldades, o melhor aos seus filhos. E é em homenagem a essas mulheres que anualmente comemora-se, no segundo domingo de maio, o Dia das Mães. A data é reservada para celebração, mas, também, para evidenciar histórias, em especial, a de Bianca, Mayara, Sandra, Letícia, Ana Cláudia, Yelda, Hiana e Maria da Graça, que serão destacadas no caderno especial produzido pelo jornal Tribuna de Notícias.

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Bianca Bez Batti, de 56 anos, é docente no curso de Administração e Tecnologia em Gestão da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) e mãe de quatro filhos.  Desde os 21 anos dedica-se à vida materna e, em paralelo, às atividades que exerce enquanto profissional. Para ela, a importância da educação de qualidade é primordial para criarem-se pessoas honestas e morais.

Tanto é que três gerações da família de Bianca já passaram pela Universidade. Verônica, formada em Psicologia, Victor, em Direito, e Marina e Hamilton pelo Colégio Unesc. Há pouco tempo, o pequeno Davi, neto da docente, também ingressou na instituição. “A educação é fundamental, a gente sempre primou dar uma educação de qualidade para os nossos filhos, por isso, foi a nossa escolha na época trazê-los para o colégio Unesc”, comenta. “Tudo para mim passa pela educação, se a gente não conseguir ter, dificilmente vamos conseguir avanços em outros lugares, uma coisa está ligada a outra, eu entendo que é por meio dela que a gente se torna uma pessoa do ponto de vista moral e ético, um cidadão melhor, então, para mim, não dava para ser apenas uma escola que passasse conteúdos”, completa.

Sentimento incondicional

Para Bianca, o primeiro sentimento de uma mãe é sentir amor sem medidas pelos filhos. “Pelo menos eu tenho pelos meus, independente das escolhas que eles façam, que eu posso ou não concordar, meu amor é incondicional por eles. E, dentro disso, eu quero que eles tenham boas oportunidades em todos os aspectos, na dimensão física, mental e cognitiva, então por isso que vem essa ideia de buscar uma instituição que passe isso”, acrescenta.

A professora nunca imaginou, quando mais nova, um futuro sem os filhos. “Ser mãe para mim é tudo. Eu vivo em função deles, são a razão do meu existir. Eles vêm em primeiro lugar. Eu sempre sonhei em ser mãe, em ter muitos filhos, para mim, ser mãe é o centro da minha vida, do meu universo. Eu costumo dizer que eles são meus apêndices”, enfatiza Bianca.

Bianca é um exemplo, entre tantas mães, que provam como é possível conciliar a vida profissional à criação dos filhos. “Eu nem consigo me imaginar sem ser mãe. Eu sempre me dediquei muito, trabalho muito, estudei muito, uma série de coisas, mas tudo gira em torno deles, se eu vou fazer um passeio, comprar alguma coisa para mim, eu já vejo para os meus filhos. Não existe uma vida sem eles”, finaliza.

 

 

 

 

 

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