Tigre tenta virar a chave em jogo milionário da Copa do Brasil

Uma classificação para a terceira fase renderia R$ 1,7 milhão ao clube

Foto: Celso da Luz/Criciúma EC
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Gustavo Milioli

Criciúma

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O Criciúma deixará a disputa do Campeonato Catarinense de lado durante esta semana. O foco recai todo sobre a Ponte Preta, adversária de quinta-feira, pela segunda fase da Copa do Brasil. Apesar de o momento ser desfavorável, o Tigre sabe da importância deste duelo. Uma nova classificação na competição nacional renderia, no total, R$ 1,7 milhão aos cofres do clube.

O adversário está sem atuar desde o dia 13 de março, quando venceu o Botafogo-SP, fora de casa, pela quarta rodada do Paulistão. O torneio foi suspenso por medidas restritivas do Governo de São Paulo no combate à pandemia. A Ponte vinha como terceira colocada do Grupo B, com quatro pontos em quatro partidas.

A propósito, a equipe de Campinas passava por um surto de Covid-19 em seu plantel no momento em que o Estadual foi paralisado. Ao todo, 32 profissionais testaram positivo, dos quais 12 eram jogadores. Neste período forçado sem jogos oficiais, todos já retornaram aos treinos e estão à disposição do técnico Fábio Moreno para o duelo frente ao Tigre.

Um dos maiores algozes

O Criciúma precisará superar, além do seu péssimo momento atual, um retrospecto nada favorável contra a Ponte Preta. Já foram 19 partidas disputadas contra a Macaca e apenas duas vitórias. A última, há 17 anos atrás, em 2004, pela Série A. De lá para cá, foram nove vitórias dos paulistas e cinco empates.

O Tigre igualou contra o Marcílio Dias a sua maior sequência sem vitórias da história. São 17 partidas seguidas sem saber o que é vencer. De longe, já é o maior período de tempo registrado. São praticamente seis meses – desde 11 de outubro de 2020, quando bateu o Londrina  – enfrentando o longo tabu.

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