Tigre: Golaço com a dica do “professor” Baier

Fellipe Mateus admite o auxilio do técnico do Criciúma – que era especialista em bolas paradas – nos treinos de cobranças de faltas

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Tiago Monte

Criciúma

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Quando era jogador, Paulo Baier se destacou, entre outros pontos, pelas cobranças de faltas. O então meia – e que também foi lateral – tinha um grande aproveitamento nas bolas paradas e, geralmente, em lances plásticos. Agora técnico do Criciúma, Baier aproveita a experiência para ajudar os atletas carvoeiros.

Na segunda-feira, na derrota para o Botafogo-SP, Fellipe Mateus anotou o gol do Criciúma. E foi um golaço. Em entrevista coletiva, o meia admitiu a colaboração do técnico nos treinos de bolas paradas. “Durante a semana, a gente teve um treinamento especifico, apenas para faltas, eu, o Dudu (Figueiredo) e o Warley e acabamos tendo excelente aproveitamento. O professor esteve com a gente e nos ajudando. Esse treinamento com ele deu tranquilidade na hora da batida”, diz Mateus.

O responsável pelas cobranças de faltas, habitualmente, é Dudu Figueiredo. Porém, com o golaço, Fellipe Mateus deve aparecer mais entre os cobradores. “A gente vem treinando, isso é fruto de trabalho. O Dudu (Figueiredo) vem pegando mais as faltas e bolas paradas. Nessa semana, fizemos um treinamento com o professor, de frente, e acabei me sentindo confiante para bater aquela falta. Vai depender do momento. Temos o Dudu (Figueiredo) que também vai bem na bola parada. Então, depende do momento do jogo. Acredito que terei mais oportunidades nos próximos jogos”, pontua.

Preferência em atuar pelo meio

Jogando mais pelos lados do campo, Fellipe Mateus deixa claro que é um meia e que sempre atuou “por dentro”. Porém, deixa claro que prefere mesmo é estar em campo, independente de posição. “A minha posição, desde sempre, foi por dentro. Se falar para escolher uma, eu prefiro jogar. Não importa o setor. Eu quero jogar e ajudar e isso é o principal”, diz.

Escalado mais pelo lado, aberto, próximo à linha lateral, Fellipe consegue também escapar mais da marcação adversária. “Como tem equipes mais aguerridas, inclusive no último jogo em casa, contra o Paraná, o campo mais pesado, o adversário marcando muito, o jogo fica mais truncado, mas acredito que jogando na beirada, e indo para dentro, tenho muito a ajudar. Claro que minha posição é mais por dentro. Isso fica a critério do professor e estou aqui só para ajudar”, pontua.

Após a derrota para o Botafogo-SP, na segunda-feira, Fellipe diz que o grupo de jogadores fez a autocrítica necessária e os ajustes necessários serão feitos pelo técnico Paulo Baier. “Sabemos onde temos que melhorar, mas fizemos um bom jogo. Apesar do último gol deles, no último minuto, estava 2 a 1 e a gente buscando muito o resultado. Claro que temos o que corrigir e fazer algumas pontuações, mas estamos tranquilos, pois sabemos do nosso potencial. Sabemos o que podemos alcançar no campeonato”, finaliza.

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